ANÁLISE SEMÂNTICA DO VOCABULÁRIO DO SERINGUEIRO DO “VALE DO ACRE”
ANÁLISE SEMÂNTICA DO VOCABULÁRIO DO SERINGUEIRO DO « VALE DO ACRE »
DOI :
https://doi.org/10.22478/ufpb.2446-7006.45v26n1.58629Résumé
Nous savons que la langue est un patrimoine culturel millénaire, en outre, elle est en constante évolution ; c’est la raison pour laquelle, nous avons entrepris de faire une étude portant sur l’analyse sémantique du vocabulaire du « seringueiro » du Vale do Rio Acre. L'objectif principal de ce travail est la sauvegarde du lexique spécifique du « seringueiro » du Vale do Rio Acre, à travers l'élaboration d'un glossaire ; en effet, en raison de la diversité des cultures de la population de l'État, conséquence de la ruée effrénée vers les plantations d’hévéas, il est devenu nécessaire d'examiner la provenance et l'origine des termes utilisés dans l'activité d'extraction et d'industrialisation du latex. C’est pourquoi nous sommes entrés dans cet univers à travers l’étymologie et nous avons recherché d'éventuelles correspondances dans les langues romanes, attribuant ainsi un caractère roman à la recherche. Parmi les méthodes utilisées par la philologie romane dans ses recherches, nous avons choisi l’analyse onomasiologique qui a des points communs avec celle de la géographie linguistique, du Sachen und Wörter, ainsi que la méthode néolinguistique qui nous paraissait la plus appropriée au regard de son objectif, étant donné que l'onomasiologie cherche à expliquer les dénominations des choses; elle étudie les noms attribués aux objets, dans un domaine sémantique. En ce qui concerne le développement de la recherche, nous avons utilisé comme support théoriques, les travaux des chercheurs IORDAN (1962), DARMESTER (1937), BYNON (1981), CARRETER (1971) entre autres.
Mots-clés: Langue, lexique, seringueiro.
Téléchargements
Références
AULETE, Caldas. Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Delta S. A, 1964.
COROMINAS, Joan; PASCUAL, José. Diccionario crítico etimológico castellano e hispánico. 3ª reimpresión, Madrid: Editorial Gredos, 1991.
CUNHA, Antonio Geraldo da. Dicionário Etimológico. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira da língua portuguesa, 1996.
FERREIRA, A. B. de H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
MACHADO, José Pedro. Dicionário Etimológico Resumido. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro/ Ministério da Educação, 1966.
___________. Dicionário etimológico da língua portuguesa. 1. ed., Rio de Janeiro, 1932.
___________. Dicionário etimológico da língua portuguesa. 1. ed. 2ª tiragem. Rio de Janeiro, 1955.
REAL ACADEMIA ESPANOLA. Diccionario de la lengua española. Madrid: Espasa-Calpe, 1992. 2 v.
SILVA, Adalberto Prado e (Org.). Novo Dicionário Brasileiro Melhoramentos Ilustrado. 3. ed. São Paulo: Comp. Melhoramentos de São Paulo, 1965.
WARTBURG, Oscar Von. Dictionnaire étymologique de la langue française. 5. ed. Revue et augmentée Presses Universitaires de France, 1968.
W. von MEYE-LUBKE. Romanisches etymologisches Wörterbuch. Heidelberg: Carl Winter-universitätsvelag, 1972.
ALVES, Ieda Maria. Neologismo-criação lexical. São Paulo: Ática, 1990.
AMARAL, Amadeu. O dialeto Caipira. São Paulo: Anhembi, 1953.
ANDERSON, James M. Aspectos estructurales del cambio linguístico. (Vers. esp. de José L. Melena). Madrid: Gredos, 1977.
ANDRADE, Maria Margarida de. Aspectos da linguagem dos castanheiros da região de Marabá – Pará. 1985. 510 f. (Dissertation de Mestrado em Philologie et Langue
Portugaise Département de Lettres Classiques et Vernaculaires, Université de São Paulo, São Paulo, 1985.)
BARBOSA, Maria Aparecida. Língua e discurso: contribuição aos estudos semânticosintáticos. 2. ed. revista, São Paulo: Global, 1981.
BENVENISTE, É. Problemas de linguística geral. São Paulo: Ed. Nacional – EDUSP, 1976.
BORBA, Francisco da Silva. Introdução aos estudos linguísticos. 2. ed. revista e ampliada. São Paulo: Editora Nacional, 1970.
BRANDÃO, Sílvia Figueiredo. A geografia linguística no Brasil. São Paulo: Editora Ática S. A. 1991.
COSERIU, Eugênio. Sincronia, diacronia e história: o problema da mudança linguística. Tradução de Carlos Alberto da Fonseca e Mário Ferreira. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1979.
DARMESTER, A. La vie des mots étudiés dans leurs significations. 19. ed. Paris: Lib. Delagrave, 1937.
ULLMANN, Stephen. Semântica – uma introdução à ciência do significado. 4. ed. Lisboa: Fundação Calauste Gulbenkian, 1964.
W. von MEYE-LÜBKE. Romanisches etymologisches Wörterbuch. Carl Winteruniversitätsvelag, Heidelberg, 1972.
Téléchargements
Publié-e
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
Declaração de Direito Autoral
Os artigos submetidos a revista Acta Semiotica et Lingvistica estão licenciados conforme CC BY. Para mais informações sobre essa forma de licenciamento, consulte: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0
A disponibilização é gratuita na Internet, para que os usuários possam ler, fazer download, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto integral dos documentos, processá-los para indexação, utilizá-los como dados de entrada de programas para softwares, ou usá-los para qualquer outro propósito legal, sem barreira financeira, legal ou técnica.
1) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.
2) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3) Autores têm permissão para publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.