Diagnóstico arquivístico como instrumento à proposta de uma política de gestão de documentos: um relato de experiência no SEBRAE/PB

  • Rayan Aramís de Brito Feitoza Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
  • Sonia Scoralick de Almeida Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
  • Ediene Souza de Lima SEBRAE/PB
Palavras-chave: Diagnóstico Arquivístico. Gestão de Documentos. Arquivo. Sebrae/PB

Resumo

Os arquivos das organizações armazenam documentos produzidos a partir de suas atividades e precisam estar previamente organizados, a fim de proporcionarem o acesso, uso e disponibilização eficiente do documento arquivístico. Esta pesquisa objetiva apresentar um relato da experiência vivenciada no arquivo do Sebrae/PB sobre a importância do diagnóstico arquivístico como instrumento à proposta de uma política de gestão de documentos que visa reduzir incertezas e subsidiar as ações, à medida que essa informação seja administrada com economia e eficácia e  permita decisões rápidas e seguras. É uma pesquisa bibliográfica, de caráter descritivo, com abordagem qualitativa. Constatou-se que a situação documental do arquivo do Sebrae/PB apresenta uma realidade que culmina no desconhecimento da importância das técnicas arquivísticas que, quando aliadas à Tecnologias da Informação, colaboram diretamente com a eficiência do uso do sistema de Gestão Eletrônica de Documentos. O diagnóstico arquivístico apresenta-se, portanto, como um instrumento imprescindível para identificar a situação do arquivo e subsidiar uma eficiente política de gestão de documentos.

Biografia do Autor

Rayan Aramís de Brito Feitoza, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Mestrando em Ciência da Informação pelo PPGCI/UFPB; Graduado em Arquivologia pela UFPB
Sonia Scoralick de Almeida, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Graduada em Arquivologia pela UFPB
Ediene Souza de Lima, SEBRAE/PB
Mestre em Ciência da Informação pelo PPGCI/UFPB; Bibliotecária do SEBRAE/PB

Referências

ARQUIVO NACIONAL (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. 232 p. (Publicações Técnicas, 41) Disponível em: http://www.arquivonacional.gov.br/images/pdf/Dicion_Term_Arquiv.pdf Acesso em: 10 Jun. 2016.

BEAL, Adriana. Segurança da informação: princípios e as melhores práticas para a proteção dos ativos de informações nas organizações. São Paulo: Atlas, 2011.

BRASIL. Constituição (1988).Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal. Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/518231/CF88_Livro_EC91_2016.pdf?sequence=1. Acesso em 16 jun. 2017.

BRASIL. Lei 8159 de 08 de janeiro de 1991. Dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados e dá outras providências. Disponível em: Ahttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8159.htm. Acesso em: 12 jun. 2017.

CIANCONI, Regina de Barros. A Gestão de Documentos, da Informação e do Conhecimento: contextualização e especificidades. In: CIANCONI, Regina de Barros; CORDEIRO, Rosa Inês Novais; ALMEIDA, Carlos Henrique Marcondes de (Orgs.). Gestão do conhecimento, da informação e de documentos em contextos informacionais. Niterói: PPGCI/UFF, 2013.

FERREIRA, Lucienne da Costa; MELO, Denise Gomes Pereira de. Diagnóstico de arquivos: Instrumentos de ação efetiva na Gestão Documental. In: I Fórum Internacional de Arquivologia: João Pessoa: 2008.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7. Ed. São Paulo: Atlas, 2010.

LAUDON, Kenneth; LAUDON, Jane. Sistemas de Informação Gerenciais. 9.ed.- São Paulo: Pearson PraticeHouse, 2013.

LIMA, Isabel de França; SANTOS, Raquel do Rosário; LLARENA, Rosilene Agapito da Silva. In: DUARTE, Emeide Nóbrega; LLARENA, Rosilene Agapito da Silva; LIRA, Suzana de Lucena (Orgs). Da Informação à Auditoria do Conhecimento: a base para a Inteligência Organizacional. João Pessoa: Editora da UFPB, 2014.

MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Teoria geral da administração: da escola científica à competitividade na economia globalizada. São Paulo: Atlas, 2000.

MINAYO, Maria Cecília de Sousa. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: HUCITEC, 2007.

MORENO, Nádina Aparecida. Gestão Documental ou Gestão de Documentos. Gestão em Arquivologia: Abordagens Múltiplas. BARTALO, Linete. MORENO, Nádina Aparecida. (org.) Londrina:EDUEL, 2008. 188 p.

NAVES, Flávia Luciana; MAFRA, Luíz Antônio Staub; GOMES, Marcos Affonso Ortiz; AMÂNCIO, Robson. DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL PARTICIPATIVO: Potenciais e Limites na Análise de Organizações. O&S, v. 7, n. 19, P. 53-66, Set./Dez. 2000.

PONJUÁN DANTE, Glória. Gestión de informaciónenlasorganizaciones: principios, conceptos y aplicaciones. Santiago: CECAPI, 1998.

PORTAL SEBRAE. Disponível em: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/pb?codUf=16Acesso em: 12 Jun.2017.

Publicado
2017-12-30
Como Citar
FEITOZA, R. A. DE B.; ALMEIDA, S. S. DE; LIMA, E. S. DE. Diagnóstico arquivístico como instrumento à proposta de uma política de gestão de documentos: um relato de experiência no SEBRAE/PB. Archeion Online, v. 5, n. 4, p. 66-83, 30 dez. 2017.

Artigos mais lidos do (s) mesmo (s) autor (es)