Arte e história: da caverna à “caverna”, segundo Adorno e Walter Benjamin

  • Abah Andrade UFPB
Palavras-chave: Arte, História, Emancipação, Indivíduo, Modernidade

Resumo

Trata-se de fazer o movimento que, partindo da atualidade e singularidade da arte, desce até o passado, pela história, e, a partir da história, segue em direção à atualidade, pela arte, acompanhando, nisto, uma orientação de Walter Benjamin retirada de um comentário de Theodor Adorno.

Biografia do Autor

Abah Andrade, UFPB
É filósofo brasileiro, instaurador do pós-ceticismo trágico, consignado no ensaio Ceticismo e verdade, publicado no ano de 2018 na Revista Trans/form/ação, vol. 41, n. 3 e em inéditos. Com pós-Doutorado em Filosofia pela UFSC (2015); doutorado com distinção em Filosofia pela USP (1998-2001) com bolsa da FAPESP e mestrado com louvor em Filosofia pela USP (1996-1998) com bolsa do CNPq, na linha de pesquisa em Teoria das Ciências Humanas; e Graduação em Filosofia pela UFPB (1992-1995), Abah Andrade é professor titular da Universidade Federal da Paraíba e tem vários livros e artigos publicados.

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Publicado
2019-08-22
Como Citar
Andrade, A. (2019). Arte e história: da caverna à “caverna”, segundo Adorno e Walter Benjamin. Aufklärung: Revista De Filosofia, 6(2), p.93-102. https://doi.org/10.18012/arf.2016.45617