Crescimento e qualidade de mudas de faveleira em função do substrato e níveis de água

  • Rosilvam Ramos de Sousa Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal, Campus de Patos
  • Antonio Lucineudo de Oliveira Freire Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal Patos - PB

Resumo

Diante do cenário atual de degradação dos ecossistemas brasileiros, faz necessária a produção de mudas de qualidade visando à recuperação dos mesmos. No entanto, para atender a essa finalidade é necessário que se cause o mínimo de impacto ambiental possível. Nesse sentido, o uso de materiais alternativos na composição do substrato, bem como redução na quantidade de água na fase de viveiro são aspectos que devem ser considerados. Dessa forma, conduziu-se o presente trabalho com o objetivo de avaliar substratos e níveis de água no crescimento e na qualidade de mudas de faveleira, foram avaliados quatro misturas, sendo duas entre solo e esterco (2:1 e 3:1) e duas entre solo e rejeito de vermiculita (2:1 e 3:1) combinados com quatro níveis de água (100, 75, 50 e 25% da capacidade de vaso) no esquema fatorial 4 x 4. Os tratamentos foram distribuídos em delineamento inteiramente cazualizado com quatro repetições por tratamento. Foram avaliados altura das plantas; diâmetro do coleto; as massas secas da parte aérea, das raízes, das folhas, do caule e total; taxa de crescimento absoluto; a razão altura/diâmetro e o Índice de Qualidade de Dickson. O substrato composto de solo + esterco bovino proporciona a obtenção de mudas de melhor qualidade. Recomenda-se o nível de água entre 75% e 100% da capacidade de vaso para a a produção de mudas de faveleria, por proporcionar maior crescimento.

Biografia do Autor

Rosilvam Ramos de Sousa, Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal, Campus de Patos
Engenheiro Florestal, formado pela Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Patos,PB.
Antonio Lucineudo de Oliveira Freire, Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Engenharia Florestal Patos - PB
Engenheiro Agrônomo, formado pelo CCA/UFPB, Areia-PB. Mestre em Fisiologia Vegetal pela UFLA (Lavreas-MG) e Doutor em Produção Vegetal (UNESP, Campus de Jaboticabal-SP). Professor do Curso de Engenharia Florestal da UFCG (Patos-PB). Atua na área de Fisiologia de plantas sob condições adversas.
Publicado
2018-12-20
Seção
Ciências Florestais