Sobre a Revista

Foco e Escopo

Caos – Revista Eletrônica de Ciências Sociais é uma publicação do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Criada em 1999, com circulação contínua até 2012. Nesse período, publicou 24 números. Em 2012, por questões internas, deixou de publicar. Em 2019, retoma suas atividades, desta vez hospedada no Portal de Periódicos da UFPB, voltando à publicação periódica semestral. A reativação da Revista reflete o compromisso da Coordenação do Curso de Ciências Sociais na disseminação de um debate acadêmico atualizado, no qual, alunos de ciências sociais (especialmente da graduação) encontrem acolhimento para suas produções. Quando foi criada, tinha como objetivo principal, funcionar como um instrumento didático do Projeto Político Pedagógico do Curso, voltando-se exclusivamente para a produção e divulgação dos trabalhos dos alunos de graduação do Curso de Ciências Sociais. Com a repercussão do seu trabalho, outras parcelas da comunidade acadêmica se interessaram em publicar na Caos, assim, o seu perfil editorial se ampliou, passando a acatar trabalhos da comunidade acadêmica de forma geral, oriundos da antropologia, ciência política e sociologia, mantendo, porém, o seu diferencial original: acolher a produção independente de alunos de graduação.

Publicamos dossiês temáticos, artigos de tema livre, entrevistas, resenhas, traduções, ensaios visuais, entre outros, produzidos por estudantes de graduação e pós-graduação, professores e pesquisadores em geral que atuam no campo das ciências sociais e humanas no Brasil e no exterior. 

Os manuscritos submetidos à Caos devem ser originais e inéditos, ou seja, ainda não devem ter sido publicados no formato pós-print. Por outro lado, aceita-se a submissão de preprints que já se encontram armazenados em outras plataformas. Os manuscritos podem ser escritos em português (idioma principal e preferencial), inglês, espanhol e francês.

Nossa missão é disseminar conhecimento no campo das ciências sociais, oferecer um espaço no qual possam ocorrer debates pertinentes, em que se articulem teorias e conhecimentos empíricos em conformidade com os princípios que regem a ciência aberta. E ainda, funcionar como um espaço complementar ao processo de ensino/aprendizagem, dando aos alunos de graduação oportunidades de tornar público seus trabalhos,  submetendo-os à crítica intersubjetiva.

A Caos possui registro ISSN: 1517-6916, é filiada à International DOI Foundation (Crossref), sob prefixo 10.46906, e é associada à ABEC (Associação Brasileira de Editores Científicos).

Nossa política editorial — guiada pelos princípios da ciência aberta — inclui a avaliação por pares (peer review) como critério fundamental de qualificação dos textos que publicamos, e procura-se garantir a integridade do processo de avaliação duplo-cega e evitar conflitos de interesse em todas as etapas. Em algumas seções, conforme descrito nas regras específicas, a avaliação poderá ser  apenas por meio da revisão editorial ou revisão por pares cega. O fluxo editorial, de maneira geral, segue as seguintes etapas:

  1. Submissão do manuscrito: feita pelos autores no sistema da Revista;
  2. Recebimento e avaliação inicial do manuscrito pelos editores (desk review): verificação da pertinência do tema (foco e escopo), da adequabilidade às normas da revista, do uso adequado da língua, relevância do texto e, por último, verificação de similaridade (uso do programa Plagius – Plagiarism Detector, versão 2.8, para detecção de plágio). Nesta fase, os editores poderão solicitar adequações aos autores;
  3. A Caos não aceita nenhum tipo de plágio, e sendo identificada alguma ocorrência grave dessa natureza, o manuscrito será rejeitado;
  4. Avaliação por pares (peer review): uma vez aprovado na fase anterior, o manuscrito seguirá para apreciação de 2 avaliadores, que são selecionados no banco de avaliadores da revista ou em outras fontes (internas ou externas à UFPB). São especialistas na área em que se insere o texto, com título de doutorado. O processo se dá pelo sistema duplo-cega, ou seja, os autores desconhecem a identidade dos avaliadores e vice-versa;
  5. Os avaliadores designados devem — uma vez aceitada a solicitação e declarado não existir conflito de interesse — em prazo de 20 dias, a contar da data de designação, avaliar o manuscrito utilizando o próprio sistema da revista. Na avaliação devem considerar a relevância, atualidade e originalidade do tema; solidez teórico-metodológica; qualidade do tratamento dos dados empíricos; adequação e atualidade da bibliografia utilizada; coerência, qualidade da escrita e adequação às normas da ABNT e da Revista. Eles/elas podem sugerir a publicação do texto tal como foi submetido, ou solicitar que sejam feitas alterações para que possa ser publicado, ou indicar a rejeição;
  6. De posse dos pareceres dos avaliadores, os editores responsáveis pelo manuscrito devem analisá-los e tomar a decisão editorial. Quando há grandes divergências entre os dois pareceres, um terceiro/a avaliador/a será designado/a. Na sequência, os autores são informados sobre a decisão editorial, e deverão, se for o caso, modificar o texto conforme sugestões dos avaliadores. A nova versão — juntamente com as cartas aos pareceristas — deve ser enviada aos editores em prazo definido a partir da complexidade das modificações solicitadas (entre uma semana e 20 dias). As cartas mencionadas devem explicitar como foram tratadas as sugestões dos avaliadores, e, em caso de desacordo, os autores devem fundamentar suas posições;
  7. Os editores analisam a nova versão e as cartas, cotejando-as com os pareceres dos avaliadores. Se julgarem satisfatórias as modificações, o manuscrito seguirá para a fase de editoração, caso contrário, novas solicitações serão feitas aos autores. Nesta fase, a nova versão e as cartas poderão ser enviadas aos avaliadores (se estes manifestaram tal desejo no formulário de avaliação) para verificarem se suas solicitações foram atendidas;
  8. Consumada a fase anterior, compete aos editores responsáveis, juntamente com o editor gerente, emitir a decisão editorial final: aprovação ou rejeição do manuscrito. Depois de aprovado, a versão final, revisada e diagramada, segue para validação dos autores.
  9. O processo editorial, com exceção dos manuscritos submetidos para dossiês e seção especial, segue a ordem cronológica da data de submissão, ou seja, os manuscritos serão avaliados sequencialmente, de acordo com a data em que foram submetidos, independente do conteúdo, qualidade do texto ou qualificação dos autores.

Periodicidade

Semestral 

Política de Arquivamento e Repositório

A Caos permite o depósito de seu conteúdo em repositórios institucionais, repositórios temáticos e em sites pessoais. Suas edições estão arquivadas nas plataformas do PKP INDEX e Diadorim, assim como estão registradas e indexadas no Google Escolar e Crossref. Também fornecemos metadados para serviços de indexação de terceiros por meio do Open Archives Initiative (OAI), e pelo CLOCKSS que armazena e distribui conteúdo da revista em bibliotecas participantes por meio de um Manifesto do Editor page.

Permite-se:

  1. o armazenamento e acesso, em repositórios institucionais/digitais, da versão preprint do documento submetido para avaliação;
  2. o armazenamento e acesso, em repositórios institucionais/digitais, da versão pós-print do autor;
  3. o armazenamento e acesso, em repositórios institucionais/digitais, da versão pós-print da revista.

Política de Acesso Livre

A Caos oferece acesso gratuito e imediato ao seu conteúdo.

É um periódico de acesso aberto, ou seja, o seu conteúdo online está disponível gratuitamente, e os direitos dos autores e usuários estão definidos por Licença Creative CommonsCC BY-NC 4.0 internacional, conforme especificado na Declaração de Direito Autoral.

A Caos não cobra nenhuma taxa pelos serviços editoriais que presta à comunidade. Os leitores não pagam nenhuma taxa pelo uso do material divulgado. Os autores estão isentos de taxas de submissão, avaliação, revisão, atribuição de DOI, publicação, armazenamento e divulgação. Todas as tarefas que envolvem o processo editorial são executadas por uma equipe de voluntários (professores universitários, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação), que não recebem remuneração específica por seus serviços. Também, a Caos não recebe nenhum tipo de patrocínio privado, excetuando-se pequenas colaborações financeiras advindas de membros da equipe editorial.

A Caos opera no seio de uma universidade pública federal, incorporando os princípios que regem o serviço público brasileiro, bem como as recomendações descritas nos Princípios de Transparência e Boas Práticas em Publicação Científica, previstos pelo Committee on Publication Ethics (COPE),  pela Budapest Open Access Initiative (BOAI), pelo Diretório de Revistas de Acesso Aberto (DOAJ) e pela UNESCO.