TRANSCODIFICAÇÃO DA LITERATURA PARA O CINEMA: UMA REFLEXÃO EM UMA VIDA EM SEGREDO, DE AUTRAN DOURADO

Autores

  • Gisely Castor de Andrade UFPB
  • Lucia Fatima Fernandes Nobre

Palavras-chave:

transmutação, Autran Dourado, cinema

Resumo

No presente trabalho abordaremos a questão da transcodificação da literatura para o cinema, mais especificamente a passagem da novela Uma vida em segredo de Autran Dourado, para o filme homônimo, da cineasta Suzana Amaral. Uma questão de cunho popular que assola os processos tradutórios são os pensamentos especulativos que se têm a respeito da passagem de um signo para outro. Talvez a mais disseminada é a chamada “traduttori, traditori”. Será sobre está crença que trabalharemos. Sabemos que os signos não exercem as mesmas funções, já que cada arte possui suas especificidades. No livro, o escritor usa as palavras para chegar ao leitor, enquanto que no filme a cineasta trabalha com imagens, ângulos das câmeras, entre outros elementos. É importante lembrar que se tratando de linguagens distintas não é necessário falar em fidelidade, pois o que vale é manter a essência da obra de partida, ou seja, entende-se que é possível uma reinterpretação da obra inspiradora. Dessa forma, os autores são livres para criar no processo de transcodificação A cineasta Suzana Amaral, por exemplo, cria uma nova obra a partir da original, ou seja, no processo de transmutação de uma obra na outra, ela usa de inventividade.

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Publicado

2014-10-13

Como Citar

de Andrade, G. C., & Nobre, L. F. F. (2014). TRANSCODIFICAÇÃO DA LITERATURA PARA O CINEMA: UMA REFLEXÃO EM UMA VIDA EM SEGREDO, DE AUTRAN DOURADO. Cultura E Tradução, 2(1). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/ct/article/view/21077

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