“ALICE POR ARTES DE NARIZINHO”: ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, DE MONTEIRO LOBATO

Autores/as

  • Katarina Queiroga Duarte

Palabras clave:

tradução, adaptação, diferenças culturais

Resumen

A tradução de Alice no País das Maravilhas (1931) de Monteiro Lobato não se trata de uma mera recontagem do texto original (1865) de Lewis Carroll para o público infanto-juvenil brasileiro. Os textos de partida e de chegada em análise neste estudo foram produzidos em épocas e contextos históricos e culturais distintos, pelo que fará parte deste trabalho a análise de algumas das diferenças culturais entre as duas obras. Lobato acrescenta, retira e substitui informações e trechos da obra original. Na versão do autor brasileiro, nos deparamos com opções que divergem e se afastam do texto de partida. O tradutor /autor justifica sua postura já no prefácio do volume ao afirmar que fez o que pode, mas pede aos pequenos leitores que não o julguem, pois as diferenças das línguas e mentalidades, inglesas e brasileiras, são grandes. Este trabalho se propõe a analisar determinadas diferenças culturais presentes nos dois textos. As obras serão analisadas segundo o modelo proposto pelos estudiosos José Lambert e Hendrik van Gorp no artigo “On Describing Translations”, publicado em The Manipulation of Literature (1985). Dentro da flexibilidade desse modelo, a análise se concentrará em comparar os dois textos dentro de seus respectivos sistemas. Conceitos do estudioso Gideon Toury (1995) sobre tradução e adaptação literária serão cruciais para se chegar às possíveis conclusões.

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Publicado

2014-10-14

Cómo citar

Duarte, K. Q. (2014). “ALICE POR ARTES DE NARIZINHO”: ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, DE MONTEIRO LOBATO. Cultura E Tradução, 2(1). Recuperado a partir de https://periodicos.ufpb.br/index.php/ct/article/view/21102

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