v. 1 n. 2 (2026): Crônicas para abrir janelas!

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Abrir a janela nem sempre é um gesto simples. Às vezes, ela emperra. Outras vezes, somos nós que hesitamos. Há dias em que preferimos o abrigo das paredes; em outros, sentimos que é preciso deixar o mundo entrar, mesmo com todo o barulho que ele carrega.

Esta coletânea de crônicas nos convida justamente a esse movimento: olhar para fora sem abandonar o que nos constitui por dentro. Se, na edição anterior, a casa apareceu como abrigo e memória, agora ela se transforma em ponto de abertura. É da casa que observamos o mundo e é por meio dela que o mundo nos atravessa.

Publicado: 2026-03-24

Editorial