Comportamento do Volume de Negociações e do Risco de Mercado antes e após os Resultados das Eleições Presidenciais em 2014: Um Estudo com Empresas Brasileiras de Capital Aberto

  • Alexander da Silva Faculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia FACIP/UFU
  • Josilene da Silva Barbosa Faculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia FACIP/UFU
  • Flávio Ribeiro Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO)/Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Palavras-chave: Eleições Presidenciais, Volume de Negociações, Risco de Mercado.

Resumo

Objetivo: Consiste em analisar o efeito do resultado das eleições presidenciais em 2014 no risco de mercado medido em função do volume de títulos negociados pelas empresas brasileiras listadas na BM&FBOVESPA.Fundamento:Método: Nessa pesquisa a composição de amostras corresponde a todas as empresas com ações negociadas na Bovespa no período que corresponde às eleições para presidente da república realizada em outubro de 2014. Os dados que serviram de base para a realização dos testes são o preço das ações e volume de negociação de todas as empresas brasileiras de capital aberto, com títulos negociados na BM&FBOVESPA no período de 01 de janeiro de 2010 a 31 de agosto de 2015. Para análise dos dados, especificamente foi utilizada a metodologia teste de Chow (1960).Resultados: No estudo após proceder ao teste, constatou-se que a indefinição do cenário político pode ter provocado uma instabilidade no risco das empresas a um nível de significância de 5%. Os resultados mostram que 131 empresas apresentaram quebra estrutural o que corresponde a 71% da amostra, demonstrando que o risco das empresas em relação a investimentos mudou tanto para mais quanto para menos.Contribuições: O estudo é relevante para o mercado, pois, mostra que em períodos de instabilidade política o comportamento do mercado pode-se alterar, elevando o risco em função do volume de negociações. Ao prever esse tipo de alteração no mercado os investidores poderão se prevenir antecipadamente, tomando decisões que consideram esse tipo de evento, bem como as empresas também poderão tomar decisões preventivas.

Biografia do Autor

Alexander da Silva, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia FACIP/UFU
Acadêmico do curso de ciências contábeis da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia FACIP/UFU
Josilene da Silva Barbosa, Faculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia FACIP/UFU
Mestre em Contabilidade pela Universidade Federal do Paraná - UFPR, Professora da Faculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia FACIP/UFU Mestre em Contabilidade pela Universidade Federal do Paraná - UFPRFaculdade de Ciências Integradas do Pontal da Universidade Federal de Uberlândia FACIP/UFU 
Flávio Ribeiro, Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO)/Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Doutorando em Contabilidade pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Mestre em Contabilidade pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Professor Efetivo do Departamento de Ciências Contábeis da Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO) Campus de Irati.
Publicado
2016-12-31
Seção
Seção Nacional