As Relações Brasil-URSS durante o governo Médici

Anticomunismo e reflexo do Brasil Grande Potência

Autores

  • Felipe Oliveira Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Gabriela Bonness Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Mariana dos Reis Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Roberta Faller Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2318-9452.2025v13n25.69879

Resumo

O presente trabalho busca investigar como o governo Médici equacionou políticas internas anticomunistas com relações bilaterais com a União Soviética, visando o plano Brasil Grande Potência. A pesquisa sugere que, apesar da ideologia anticomunista do regime, as relações Brasil-URSS foram predominantemente comerciais, em consonância com a abordagem pragmática de política externa. Utilizando fontes primárias como relatórios oficiais e discursos, e secundárias de autores influentes da área embasando a discussão, o estudo explora o modelo de inserção internacional pensado no período, destacando a superação parcial da ideologia em prol do desenvolvimento dessas relações. A estrutura do trabalho analisa discursos e ações do governo Médici, relacionando a política externa comercial e o anticomunismo com eventos específicos, como a criação do Instituto Brasil-URSS. Este caso exemplifica a dinâmica única do relacionamento bilateral em meio à Guerra Fria. A pesquisa busca desvendar dicotomias que pautaram esse relacionamento, evidenciando o pragmatismo nas relações externas devido à necessidade de concretizar objetivos nacionais. 

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Publicado

20.10.2025

Como Citar

Oliveira, F., Gampe Bonness , G., Missiaggia dos Reis, M., & Grehs Faller, R. (2025). As Relações Brasil-URSS durante o governo Médici: Anticomunismo e reflexo do Brasil Grande Potência. Revista De Iniciação Científica Em Relações Internacionais, 13(25), 1–15. https://doi.org/10.22478/ufpb.2318-9452.2025v13n25.69879

Edição

Seção

Artigos