Novo Jornalismo: recodificação das possibilidades historiográficas e literárias nas páginas de jornais

Autores

  • Francisco Aquinei Queirós
  • Francielle Maria Modesto Mendes

Resumo

A pesquisa busca analisar de que forma fato e ficção se entrecruzam no “movimento” do Novo Jornalismo, a partir das obras A sangue Frio e Radical Chique e o Novo Jornalismo, de Truman Capote e Tom Wolfe, respectivamente. Pretende-se, a partir da investigação do corpus em estudo, revelar os aspectos que aproximam o fato jornalístico, a notícia e a reportagem às técnicas literárias do romance, do conto e da crônica. O estudo investiga o Novo Jornalismo sob o viés de textos centrais das áreas de teoria literária e estudos jornalísticos utilizando autores como Mikhail Bakhtin, Hayden White, Paul Ricoeur, Muniz Sodré; além de referenciar outros escritores que, como Tom Wolfe e Truman Capote, fizeram parte de um grande movimento renovador do jornalismo literário nos anos 1950, 1960 e 1970 chamado, genericamente, de Novo Jornalismo. Com o trabalho, pretende-se alcançar uma melhor compreensão acerca dos mecanismos ficcionais que sustentam e aproximam os discursos jornalísticos e literários, marcadamente em A sangue Frio e em Radical Chique e o Novo Jornalismo.

Palavras-chave: Literatura. Novo Jornalismo. Tom Wolfe. Truman Capote.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Francisco Aquinei Queirós

Professor Mestre do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Acre – UFAC. Email: aquinei@gmail.com.

Francielle Maria Modesto Mendes

Professora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Acre – UFAC. Mestre em Letras pela referida universidade. Doutoranda em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Email: franciellemodesto@gmail.com.

Downloads

Publicado

2015-03-17

Edição

Seção

Artigos