(Qual é) a representação da mulher construída pelos contos “É a alma, não é?” e “Um dia, afinal” de Marina Colasanti?
Resumo
Os contos de autoria feminina começaram a despertar a atenção do público leitor após as inúmeras mudanças sociais que ocorreram em meados do século XX, como a luta das feministas pelos direitos da mulher na sociedade, como o voto, o direito de trabalhar, entre outros. Desde então, estes textos se multiplicaram em proporções consideráveis e ganharam respeito dentro do mundo literário. A idéia deste artigo é buscar qual seria a diferença da representação da mulher quando esta é obra de uma voz feminina e não de uma autoria masculina, considerando as características da escrita da mulher comparadas a do homem.Palavras-chave: Representação; Gênero; Feminino; Literatura.
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Publicado
2015-04-09
Como Citar
Moraes, G. V. de, & Oliveira, Y. R. de. (2015). (Qual é) a representação da mulher construída pelos contos “É a alma, não é?” e “Um dia, afinal” de Marina Colasanti?. Temática, 8(4). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/tematica/article/view/23755
Edição
Seção
Artigos



