Onde videogames e cinema experimental se encontram: o cinema não-narrativo e o jogo sem controle

Autores

  • Matheus Mendes Schlittler

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2021v17n11.61399

Palavras-chave:

Videogames, Ludologia, Cinema Experimental, Narratologia, Linguísticas.

Resumo

Segundo Jesper Juul, videogames são mídias que não estão ambientadas no ecossistema de narrativas, formado por cinema, literatura e teatro. Porém os mesmos possuem características similares à narrativa. O cinema experimental também foi categorizado por Dominique Noguez como cinema não-narrativo, enquanto Claudine Eizykman o definiu como cinema não-narrativo representativo industrial. Porém, como André Parente demonstra, há narratividade em alguns filmes considerados experimentais, criando, assim, novas subcategorias para compreender o que um filme experimental é. Este artigo busca as semelhanças de definição da negação narrativa estrutural entre o cinema experimental e o videogame, também investigando uma definição de um videogame experimental a partir das definições categorizadas por Parente para traçar um cinema experimental: o cinema-matéria, o cinema-subjetivo e o cinema do corpo, buscando jogos que colocam em balanço sua relação linguística com o jogador.

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Publicado

2021-11-21

Como Citar

Mendes Schlittler, M. (2021). Onde videogames e cinema experimental se encontram: o cinema não-narrativo e o jogo sem controle. Temática, 17(11), 217–229. https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2021v17n11.61399

Edição

Seção

SEÇÃO: GAMES, GAMIFICAÇÃO, JOGOS PEDAGÓGICOS

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