A beleza do ‘eu transfigurado’

Autores

  • Rogério Tubias Schraiber
  • Reinilda de Fátima Berguenmayer Minuzzi

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n4.73349

Palavras-chave:

Transfiguração do eu. Selfie. Beleza feia. Máscara de argila.

Resumo

Neste artigo, como problemática de pesquisa, discute-se acerca da transfiguração do eu em uma série de autorretratos fotográficos a partir da selfie, denominada de Entre Rostos. Objetiva-se analisar como a aparência grotesca, causada pela aplicação extrapolada de uma mistura de máscara de argila e tinta sobre o rosto, pode criar uma espécie de “beleza feia” em um momento de transfiguração da aparência. A abordagem metodológica do processo criativo constitui-se de um modo bastante particular em função da singularidade do modo operatório desenvolvido. Os resultados apontam que o ‘eu transfigurado’ emerge da “beleza feia” em função do processo de subversão do embelezamento facial. Conclusivamente, entende-se que a “beleza feia” apresenta-se como instauradora da beleza artística no autorretrato contemporâneo.

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Publicado

2025-04-21

Como Citar

Schraiber, R. T., & Minuzzi, R. de F. B. (2025). A beleza do ‘eu transfigurado’. Temática, 21(4), 45–61. https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n4.73349

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