O localismo é global? Direitos humanos e a narrativa midiatizada de travestis e transexuais em situação de rua e vulnerabilidade social

Autores

  • Erik Ruan Santana da Silva

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n6.74269

Palavras-chave:

Direitos humanos. Narrativa midiática. Travestis e transexuais.

Resumo

O presente trabalho busca investigar, a partir das teorias e práticas dos direitos humanos e dos estudos de mídia, os processos de sociabilidades e discursos de organizações não-governamentais que buscam retratar, através das redes sociais digitais, as narrativas de pessoas travestis e transexuais que vivem em situação de vulnerabilidade social no Brasil. Como breve recorte, propomos investigar os discursos das páginas chamadas de: ATTransparência (Associação Potiguar de Travestis e Transexuais em ação), e do Projeto Existimos (Visibilidade LGBTQIAP+ para pessoas em situação de rua). Como método utilizaremos a análise de discurso e, como aporte teórico os textos de Boaventura de Souza Santos (para pensar o localismo global), Joaquín Herrera Flores com a (re)invenção dos direitos humanos, Judith Butler e os problemas de gêneros, Sueli Carneiro e o feminismo contemporâneo.

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Publicado

2025-06-24

Como Citar

Silva, E. R. S. da. (2025). O localismo é global? Direitos humanos e a narrativa midiatizada de travestis e transexuais em situação de rua e vulnerabilidade social. Temática, 21(6), 43–59. https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n6.74269

Edição

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