Viabilidade econômica da farinha do resíduo de tucumã na alimentação de frangos de corte

  • Ana Paula Guimarães Cruz Costa Curso de Zootecnia, Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Amazonas
  • Frank George Guimarães Cruz Departamento de Produção Animal e Vegetal, Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Amazonas
  • João Paulo Ferreira Rufino Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal, Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Amazonas
  • Julmar da Costa Feijó Curso de Zootecnia, Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Amazonas
  • Ramon Duque Melo Curso de Zootecnia, Faculdade de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Amazonas

Resumo

O objetivo deste estudo foi analisar a viabilidade econômica da farinha do resíduo de tucumã em rações para frangos de corte. O experimento teve duração de 42 dias (Inicial – 1 a 21 dias; Crescimento – 22 a 33 dias e Terminação – 34 a 42 dias) sendo utilizados 192 frangos de corte Cobb 500. A farinha do resíduo de tucumã foi utilizada nas rações como fonte energética. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em parcelas subdividias com seis tratamentos constituídos de níveis de farinha do resíduo de tucumã (0, 5, 10, 15, 20 e 25%) e quatro repetições de oito aves cada. Os dados coletados foram analisados e as estimativas dos tratamentos foram submetidas à análise de regressão polinomial. Foram observadas diferenças significativas (P < 0,05) nos resultados de conversão alimentar, peso de abate, índice de eficiência produtiva, valor agregado bruto e índice de rentabilidade, obtendo-se melhores resultados a partir da inclusão do alimento alternativo. Concluiu-se que a farinha do resíduo de tucumã pode ser utilizada como alimento alternativo em rações para frangos de corte até 15% sem ocasionar alterações negativas no desempenho e nos custos de produção. Economicamente, até 20% de inclusão nas rações, houve decréscimo no consumo de ração, na conversão alimentar e melhora no peso de abate e índice de eficiência produtiva.
Publicado
2017-01-20
Seção
Zootecnia