Frequência de cópula da Diatraea saccharalis (Fabr., 1794) (Lepidoptera: crambidae) em condições de campo e laboratório

  • Luíz A. Campos Guevara

Resumo

Foi estudada a frequência de cópula de Diatraea saccharalis (Fabr.,1794) (Lepdóptera: Crambidade) sob condições de Laboratório para machos e fêmeas e em condições de campo, das fêmeas Para os experimentos de laboratório, usaram-se copos de 100 centímetros cúbicos, com recipientes, tampados com uma placa de petri. Ao unir-se um macho com uma fêmea, durante 24 horas, e depois substituir a fêmea por outra recém-emergida, mantendo-se o mesmo casal reunido até sua morte, constatou-se que, em um caso o macho copulou as duas fêmeas. Quando reunidos machos e fêmeas em sete diferentes proporções, não se constatou mais de um espermatóforo por fêmea. Em coleções realizadas em canaviais, por armadilhas luminosas, ao exame da Bursa copulatrix das fêmeas, revelou a presença de um a quatro espermatóforos por fêmea. A técnica usada para dissecação foi a de cortar o abdome, ferver em solução de KOH a 10% por uns minutos e, logo após, separar a bursa para contar o número de espermatóforos de cada fêmea.
Publicado
2018-12-09
Seção
Artigo Científico