Reflexões sobre a Ferrovia Transcontinental Sul-americana

Autores/as

  • Cesar Augusto Lambert Azevedo

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2525-5584.2018v3n1.34692

Palabras clave:

Bioma amazônico, conservação ambiental, ferrovia transcontinental.

Resumen

O propósito do artigo é contribuir para o debate promovido pela construção da ferrovia transcontinental no bioma amazônico. Defende a conjugação do transporte ferroviário com o hidroviário dos grãos produzidos no interior brasileiro a um porto do Peru. Argumenta que cargas de baixo valor unitário devem utilizar transporte de menor custo; a variável principal é a regularidade da frequência da sua chegada ao destino, não o menor tempo no trânsito.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Cesar Augusto Lambert Azevedo

Graduado em Ciências Navais (EN).

MBA em Política Internacional (FGV-RJ).

Doutorado em Ciência Política (USP).

Citas

A navegação fluvial na Amazônia. (s.d.). In: AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS. Disponível em: http://www.antaq.gov.br/portal/pdf/palestras/alcyhaggeamazonav.pdf.

Ab’ Saber. (2005). Problemas da Amazônia Brasileira. Entrevista a Dario Luís Borelli. Revista Estudos Avançados. São Paulo: USP. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010340142005000100002.

Acioli, Rodrigo Girdwood. (2007). Os mecanismos de Financiamento das FerroviasBrasileiras. Rio de Janeiro. 181f. Dissertação (Mestrado em Ciências em Engenharia de Transportes) – Faculdade de Engenharia, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=Andre+Rebou%C3%A7as+e+o+PLano+de+Via%C3%A7%C3%.

Almeida, Carlos Eduardo d’; Almeida, Fábio Guilherme de. (1991). La Hidrovia Paraguay-Paraná. Buenos Aires: [s.n.].

Almendáriz, Alejandro Francisco Monteverde. (2007). Análise de Alternativas de TransporteIntermodal de Cargas entre Manaus e o Oceano Pacífico no Peru. Rio de Janeiro. 288 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Transportes) – COPPE, Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Agência Nacional de Transportes Terrestres. (2011). Entraves burocráticos, exigências legais e tributárias do transporte multimodal. Brasília: ANTT.

Azevedo Neto, Vasco. (2004). Transportes na América do Sul: desenvolvimento e integração continental; ligação ferroviária Atlântico-Pacífico. Salvador: Helvécia, 2004.

Becker, Berta, K. (2005). Amazônia: nova geografia, nova política regional e nova escala de ação. In: Coy, Martin; Kohlhepp, Gerd. Amazônia Sustentável: desenvolvimento sustentável entre políticas públicas, estratégias inovadoras e experiências locais. Rio de Janeiro: Garamond; Tübinger: GeographishenInstituts der UniversitätTübinger, 2005.

Brasil. Lei n. 11.772, de 17 de setembro de 2008. Altera a Lei n. 5.917, de 10 de setembro de 1973,que aprova o Plano Nacional de Viação. Brasília: Presidência da República. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei111772.htm.

Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Secretaria de Biodiversidade e Florestas. (2002). Biodiversidade Brasileira: avaliação e identificação das áreas e ações prioritárias paraconservação, utilização sustentável e repartição dos benefícios da biodiversidade nos biomas brasileiros. Brasília. Relatório. Disponível em: http://www.biodiversidade.rs.gov.br/arquivos/BiodiversidadeBrasileira_MMA.pdf.

Brito, Francisco A. (2006). Biomas. In: Corredores Ecológicos: uma estratégia integradora na gestão de ecossistemas. Florianópolis: Editora UFSC, p. 139-143.

Carvalho, Eliezé Bulhões de. (2016). Questões Hidroviárias Relevantes. II Fórum de Infraestrutura de Transportes. Brasília: DNIT. Disponível em: http://dnit.gov.br/noticias/ii-forum-de-infraestrutura-de-transportes-debate-entraves-juridicos-as-atividades-do-dnit/11Obstaculosviasnavegaveis.pdf.

Componentes bióticos e abióticos. (s.d.). Disponível em: http://www.sme.pmmc.com.br/arquivos/matrizes/matrizes_cie/anexos/texto-08.pdf.

Centro de Gestão e Estudos Estratégicos. (2009). Um projeto para a Amazônia no século XXI: desafios e contribuições. Disponível em: http://www.cgee.org.br/atividades/redirect/5829.

Conselho Federal de Administração. (s.d.). Plano Brasil de Infraestrutura Logística: uma abordagem sistêmica. Disponível em: http://www.cfa.org.br/servicos/publicacoes/planobrasil_web1.pdf.

Correa, Vivian Helena Capacle; Ramos, Pedro. (2010). Precariedade do Transporte Rodoviário para o Escoamento da Soja do Centro-Oeste: situação e perspectivas. Revista de Sociologia Rural, Brasília, v.8, n.2, abr./jun. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-20032010000200009.

Costa, Wanderley Messias da. (1999). Políticas Territoriais Brasileiras no Contexto da Integração Sul-americana. Revista Território, ano IV, n. 7, p. 25-41, jul./dez.Rio de Janeiro. Disponível em: http://www.revistaterritorio.com.br/pdf/07_3_costa.pdf.

Cristiá, Pedro J.; Ottado, Vicente F. (1945). Planificación Ferroviaria Sudamericana. Rosario: [s.n.].

Eva, H. D.; Huber O (Org.). (2005). Proposta para definição dos limites geográficos da Amazônia. SEMINÁRIO DE CONSULTA A PERITOS ORGANIZADO PELA COMISSÃO EUROPEIA EM COLABORAÇÃOCOM A ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA. Luxemburgo: Serviço de Publicações Oficiais das Comunidades Europeias. Disponível em: http://raisg.socioambiental.org/system/files/eur21808_amazon_bz_v2.pdf.

Faria, Sérgio Fraga Santos. (2003). Fragmentos da História dos Transportes. São Paulo: Aduaneiras.

Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. (2004). Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 3. ed.rev. e atual. Curitiba: Positivo.

Galvão, Olímpio J. deArroxelas. (1996). Desenvolvimento dos Transportes e Integração Regional no Brasil – uma perspectiva histórica. Planejamento e Políticas Públicas, n. 13, jun. 1996. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/137/139.

Garcia, Luiz Eduardo. (2010). Navegação Fluvial – Ações do Ministério dos Transportes. Disponível em: http://arquivos.ana.gov.br/planejamento/planos/toaraguaia/Apresentacao_HidroviaTocantins.pdf.

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. (2016). PRODES estima 7989 km² de desmatamento por corte raso na Amazônia em 2016. Disponível em: http://www.inpe.br/noticias//noticia.php?Cod_Noticia=4344.

Marina de Guerra del Peru. Dirección General da Capitanias yGuardacostas. La Navegación Fluvial em el Peru. (s.d.). Disponível em: http://www.oas.orgcip/docs/.../6_nav_fluv_peru.ppt.

Marinha do Brasil. Diretoria de Hidrografia e Navegação. (2016). Índice 3: Bacia Amazônica. Disponível em: https://www.mar.mil.br/dhn/bhmn/download/parte2-indice3.pdf.

Mattos, Carlos de Meira. (2002). Geopolítica e Modernidade: a geopolítica brasileira. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora.

MB e DNIT assinam termo para sinalização do rio Madeira. (2015). Revista Marítima Brasileira, Rio de Janeiro, v. 135, n. 07/09, jul./set. 2015, p. 273-274.

Meio ambiente e as hidrovias. (s.d.).In:ADMINISTRAÇÃO DA HIDROVIA DO PARANÁ. Disponível em: http://www.ahrana.gov.¬br/meio_ambiente.html.

Nazário, Paulo (2000). O Papel do Transporte na Estratégia Logística. In: Fleury, Paulo Fernando; Wanke, Peter; Figueiredo, Kleber Fossati. Logística Empresarial:a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas(Coleção COPPEAD de Administração).

Nobre, Antonio Donato. (2014). O Futuro Climático da Amazônia: relatório de avaliação científica. São José dos Campos: Articulación Regional Amazônica; Centro de Ciência do Sistema Terrestre; Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais; Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Valor Econômico. GE vende sete novas locomotivas à Klabin. (2014). Disponível em: http://portalntc.org.br/ferroviario/ge-vende-sete-novas-locomotivas-a-klabin/54663.

O transporte hidroviário como solução logística e ambiental. (s.d.) Disponível em: http://www.ahrana.gov.br/meio_ambiente.html.

OECO. Ecossistemas. Dicionário Ambiental. (s.d.). Disponível em: http://www.oeco.org.br/docionario-ambiental/28516-o-que-e-ecossistema-e-um-bioma/.

Oliveira, Henrique Campos de. (2011). O Processo Decisório da Incorporação do Porto Sul à Agenda do Governo Estadual da Bahia. Salvador, 136 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Universidade Federal da Bahia. Disponível em; http://www.ppgcs.ufba.br/site/db/trabalhos/2232013100553.pdf.

Pádua, José Augusto. (2002). “Mais inconsequentes que os selvagens da Lusiana”. As associações imperiais e a vertente não-abolicionista da crítica ambiental no Brasil monárquico. In: Um Sopro de destruição: pensamento político e crítica no Brasil escravagista (1786-1888). Rio de Janeiro: Zahar, p. 161-225; 294-298 (notas).

Pompermayer, Fabiano Mezadre; Campos Neto, Carlos Álvares da Silva; Paula, Jean Marlo Pepino. (2014). Hidrovias do Brasil: perspectiva histórica, custos e institucionalidade. Texto para Discussão (TD) 1931. Rio de Janeiro: IPEA.

Portal Planalto. (2015). Principal parceiro comercial desde 2009, China amplia investimentos no Brasil. Noticia a assinatura do Plano de Ação Conjunta 2015-2021. Disponível em: http://www2.planalto.gov.br/2015/05/principal-parceiro-comercial-desde-2009-china-amplia-investimentos-no-brasil.

Rodrigues, Paulo Roberto Ambrósio. (2011). Introdução aos Sistemas de Transporte no Brasil e à Logística Internacional. São Paulo: Aduaneiras.

Salati, Eneas; Lemos, Haroldo Mattos de; Salati, Eneida. (2006). Água e desenvolvimento sustentável. In: Rebouças, Aldo da C.; Braga, Benedito; Tundisi, José Galizia (Org.) Águas Doces do Brasil: capital ecológico, uso e conservação. São Paulo: Escrituras, p. 40-62.

Saraiva, Pedro Luis da Oliveira; Maheler, Alisson Eduardo. (2013). Transporte hidroviário: estudo das vantagens e desvantagens em relação a outros modais de transporte no sul do Brasil. Disponível em: http://www.simpoi.fgvsp.br/arquivo/2013/artigos/e2013_t00018_pen94902.pdf.

Schneider, Nathercia Christianne Barbosa Guimarães. (2000). Hidrovias interiores: um modal econômica e ambientalmente viável?. Brasília. 89 f. Dissertação (Mestrado em Gestão Econômica do Meio Ambiente). Departamento de Economia, Universidade de Brasília.

Soares, Juliana Batista de Carvalho; Ribeiro, Ivan Osvaldo Calderon Arrueta. Transporte Ferroviário: asolução para a produção de soja de Mato Grosso Sentido Porto de Santos. Negócios em Projeção, v. 5, n. 1. Disponível em: http://revista.faculdadedeprojecao.edu.br/index_php/Projacao1/article/view/359/291.

Souza, Rodrigo Oliveira; Cremasco, Camila Pires; Gabriel Filho, Luís Roberto Almeida. (2016). Análise dos Valores de Frete de Soja a Granel nos Sistemas Unimodais e Multimodais de Transporte. Revista em Agronegócio e Meio Ambiente, Maringá, v.9, n. 4, p. 819-837, out./dez.

Tundisi, José Galizia; Tundisi, Takato Matsumura; Rocha, Odete. (2006). Ecossistemas de águas interiores. In: Rebouças, Aldo da C.; Braga, Benedito; Tundisi, José Galizia (Org.). Águas Doces do capital ecológico, uso e conservação. São Paulo: Escrituras, p. 161-202.

Vasconcellos, Patrícia Mara Cabral de. (2011). A IIRSA e a Segurança Regional: os reversos da integração da Amazônia no eixo Peru-Brasil-Bolívia. In: Integração Sul-Americana: desafios e perspectivas. Porto Velho: EDUFRO, 2011, p. 200-223. Disponível em: http://www.academia.edu/9667800/Integração_Sul-Americana_desafios_e_perspectivas_Edufro_porto_Velho_2011.

Zevallos, Enrique Amayo. (1993). Da Amazônia ao Pacífico cruzando os Andes. Estudos Avançados, v. 7, n. 17, p. 117-169. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40141993000100006.

Yahn Filho, Armando Gallo. (2005). O Conceito de Bacia de Drenagem Internacional no Contexto do Tratado de Cooperação Amazônica e a Questão Hídrica na Região. Ambiente & Sociedade, São Paulo: ANPPAS, v. 8, n. 1, p. 87-99.

Publicado

2018-07-31