GESTÃO FLORESTAL E COMERCIALIZAÇÃO DE MADEIRA NO GRÃO-PARÁ DO SÉCULO XVIII

Autores

  • Regina Célia Corrêa Batista

Resumo

O aproveitamento dos recursos lenhosos para a construção naval e para as construções em geral, exigiu uma estratégia para sua exploração. Ainda que, o interesse por este recurso esteja presente desde o inicio da colonização, foi principalmente a partir da segunda metade do século XVIII que a documentação aponta uma intensificação nos interesse da política metropolitana em sistematizar e alavancar o beneficiamento da madeira, bem como, a produção de embarcações ali mesmo na Capitania do Grão-Pará. Com este intento, foi criado o Estaleiro Real do Pará, as margens do Rio Guamá. No intuito de gerir estas atividades, a Coroa determinou a criação da Companhia Geral de Comércio, legítima representante dos interesses mercantis da Coroa portuguesa na Amazônia, instituição que se responsabilizou pela exportação deste tão cobiçado produto no mercado europeu. O objetivo deste artigo é analisar as vicissitudes que envolveram a utilização e comercialização da madeira na Capitania do Grão-Pará no século XVIII.

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Publicado

2013-12-31

Como Citar

BATISTA, R. C. C. GESTÃO FLORESTAL E COMERCIALIZAÇÃO DE MADEIRA NO GRÃO-PARÁ DO SÉCULO XVIII. Sæculum – Revista de História, [S. l.], n. 29, 2013. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/srh/article/view/19808. Acesso em: 21 jan. 2022.

Edição

Seção

Dossiê História e História Econômica