CRENÇAS E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS COMO OBJETO DO SABER MÉDICO EM NINA RODRIGUES(BAHIA – SÉCULO XIX)

Autores

  • Vanda Fortuna Serafim Universidade Estadual de Maringá

Palavras-chave:

Nina Rodrigues, Medicina, Antropologia.

Resumo

A fim de pensar as relações entre saber médico e saber antropológico, na Bahia, do final do século XIX, o presente artigo busca compreender o pensamento médico de Raimundo Nina Rodrigues, tomando como fonte histórica a obra Os africanos no Brasil (1982). Atenta-se, especificamente, a forma como Nina Rodrigues se apropria do conceito de sobrevivência de E. B. Tylor para tecer uma análise da realidade social e cultural do Brasil, investigando três formas de sua manifestação: as festas populares, as crenças religiosas e o crime. Elementos estes entendidos como esferas problemáticas à civilização brasileira, e categorizados a partir do conceito de “sobrevivência”

Biografia do Autor

Vanda Fortuna Serafim, Universidade Estadual de Maringá

Doutora em História pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professora Adjunta do Departamento de História e do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Estadual de Maringá. Pesquisadora no Núcleo de Pesquisa em História Religiosa e das Religiões (UEM/ CNPq). Coordenadora do Núcleo Paraná do Grupo de Trabalho História das Religiões e das Religiosidades da ANPUH.

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Publicado

2014-12-31

Como Citar

SERAFIM, V. F. CRENÇAS E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS COMO OBJETO DO SABER MÉDICO EM NINA RODRIGUES(BAHIA – SÉCULO XIX). Sæculum – Revista de História, [S. l.], n. 31, p. 102, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/srh/article/view/81. Acesso em: 25 jun. 2021.

Edição

Seção

Dossiê: História e Saberes Médicos