GERENCIAMENTO DOS FLUXOS DE INFORMAÇÃO COMO REQUISITO PARA A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA ORGANIZACIONAL: UM DIFERENCIAL COMPETITIVO

  • Natália Marinho do Nascimento Universidade Estadual Paulista (Unesp)
  • Juliete Susann Ferreira de Souza Universidade Estadual Paulista (Unesp)
  • Marta Lígia Pomim Valentim Universidade Estadual Paulista (Unesp)
  • María Manuela Moro-Cabero Universidad de Salamanca (USAL), Espanha.
Palavras-chave: Ambientes Organizacionais. Fluxos de Informações. Memória Organizacional.

Resumo

Os ambientes organizacionais estão em constante mudança, são dinâmicos e de grande complexidade. Além disso, esses ambientes são compostos por fluxos informacionais que necessitam de gerenciamento, porquanto propiciam condições para que as organizações desenvolvam diferenciais competitivos. Diante disso, entender a importância que a informação e o conhecimento representam nesse contexto, se faz essencial. Nessa perspectiva, a memória organizacional torna-se um elemento crucial para a preservação da memória organizacional, uma vez que pode evitar o retrabalho, bem como embasar as decisões em informações retrospectivas, ou seja, decisões baseadas em informações e conhecimentos tomadas anteriormente no contexto organizacional. O objetivo deste trabalho é evidenciar a importância da preservação da memória organizacional, a fim de desenvolver e aprimorar as ações informacionais diretamente ou indiretamente relacionadas a constituição da memória organizacional. Nessa perspectiva, utilizou-se a pesquisa bibliográfica de natureza qualitativa para analisar os fenômenos relacionados a referida temática. Ressalta-se que o gerenciamento dos fluxos informacionais, por meio da gestão da informação (que atua no âmbito dos fluxos formais ou estruturados) e a gestão do conhecimento (que atua no âmbito dos fluxos informais ou não estruturados) são indispensáveis para as organizações e se constituem em pré-requisito para que a preservação da memória organizacional possa ser usada como um diferencial competitivo.

Biografia do Autor

Natália Marinho do Nascimento, Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Doutoranda em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Brasil. Mestre em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Brasil.
Juliete Susann Ferreira de Souza, Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Mestranda em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Brasil.
Marta Lígia Pomim Valentim, Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Pós-Doutorado pela Universidad de Salamanca, Espanha. Livre Docente em Informação, Conhecimento e Inteligência Organizacional pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), Brasil. Mestre em Ciência da Informação pela PUC-Campinas, Brasil. Professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp/Marília), Brasil.
María Manuela Moro-Cabero, Universidad de Salamanca (USAL), Espanha.
Doutora em História pela Universidade de Salamanca, Espanha. Professora da Universidade de Salamanca, Espanha.
Publicado
2016-01-26