REESTRUCTURACIÓN PRODUCTIVA Y FLEXIBILIZACIÓN DEL TRABAJO
REVISIÓN SISTEMÁTICA DE LA LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.61999/abet.1676-4439.2025v24n1.72866Resumen
La flexibilización del trabajo es un fenómeno multifacético que impacta a los trabajadores, las organizaciones y la sociedad de manera ambigua. Mientras que algunas perspectivas destacan beneficios, como una mayor autonomía y equilibrio entre la vida profesional y personal, otras señalan la precarización de las condiciones laborales y la intensificación de la explotación del trabajo.
El presente estudio realiza una revisión sistemática de la literatura (2014-2024) sobre la flexibilización del trabajo en Brasil, con enfoque en los impactos sobre la regulación laboral y la dignidad del trabajador. La investigación utilizó bases de datos como Scopus y SciELO, aplicando métodos de análisis lexicométrico para identificar núcleos temáticos estructuradores del discurso.
Los resultados indican que la flexibilización del trabajo está intrínsecamente asociada a la reestructuración productiva y a la crisis estructural del capitalismo, promoviendo formas atípicas de empleo, como la "pejotización", la tercerización y la "uberización". La literatura revisada enfatiza que estos cambios, impulsados por reformas laborales y avances tecnológicos, resultan en la reducción de derechos, el aumento de la inseguridad jurídica y la degradación de las condiciones de trabajo.
Ante este escenario, se discute la necesidad de un enfoque regulatorio que garantice el derecho fundamental al trabajo digno, en consonancia con los principios de la dignidad de la persona humana y del trabajo decente. El estudio concluye que la flexibilización, aunque presenta ventajas para sectores específicos, ha profundizado las desigualdades y debilitado la protección social de los trabajadores, exigiendo un compromiso renovado del Estado y la sociedad en la promoción de políticas públicas que concilien productividad y bienestar.
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