O ESSURE, DA BAYER
SÍMBOLO DA FARMACOPORNOGRAFIA DO ÚTERO FRENTE À RESISTÊNCIA DA MULTIDÃO
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2446-7006.44v25n2.54523Resumen
El siguiente artículo analiza el control subjetivo de los cuerpos a los que se les realizó el implante Essure, del gigante multinacional Bayer, que prometía esterilización permanente, sin los riesgos de la cirugía de esterilización tradicional. Un proceso rápido, moderno y seguro, con la incorporación de dos pequeños resortes en las trompas uterinas. El análisis en cuestión se hizo a partir de las premisas del régimen de farmacopornografía, un subproducto de la biopolítica contemporánea. Sin embargo, después de la implantación, los cuerpos implantados enfermaron. Es mucho. Los pacientes fueron descartados por instituciones médicas y legales. Pero resisten, a través de la multitud. Conectados, los distintos cuerpos con muelles confluyen, a través de las redes sociales virtuales, con todas sus singularidades, y producen lo común. Por el poder de la multitud, es posible identificar logros en el derecho a tratar el daño causado por Essure e incluso la producción de una fuerza política frente a la farm
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