La noción de actor en la semiótica francesa:
de personaje a actor colectivo
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2446-7006.45v26n3.59984Resumen
El término actor surge en la tradición semiótica para reemplazar el concepto de personaje (o dramatis persona). El objetivo del artículo es resumir los supuestos teóricos de la noción mencionada, sacando a la luz aportaciones recientes. El fundamento teórico de este trabajo se basa, por un lado, en los estudios seminales de la semiótica discursiva (GREIMAS; COURTÉS, 2008; GREIMAS, 1973; 2014), y, por otro, en los recientes desarrollos de la semiótica tensiva (FONTANILLE ; ZILBERBERG, 2001). Metodológicamente, este estudio pretende ser descriptivo (MARCONI; LAKATOS, 2003), realizando una revisión bibliográfica no exhaustiva de los principales supuestos teóricos relacionados con el concepto de actor y la construcción del concepto de actor colectivo. Como resultado, se verifica la relevancia del concepto dirigido a los estudios discursivos contemporáneos, demostrando el estado del arte de la noción de actor en la teoría semiótica.
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