Manipulações do tempo em música – uma introdução
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Resumen
Neste artigo, discutimos como a música pode dar forma à passagem do tempo e o modo como o tempo pode ser manipulado quando é música. O texto está dividido em três partes. Na primeira, como ponto de partida, escolhemos um conceito de tempo cujas proposições coincidem com aquelas da definição de música. Na segunda, apresentamos primeiramente as abordagens de alguns autores que mostram que essas coincidências os levaram a identificar o tempo como música. Então, considerando que o tempo, quando é música, pode ser controlado, propomos alguns determinantes de manipulações temporais, e especulamos sobre o papel da música como uma mediação simbólica para o homem. A parte final é uma tentativa de exemplificar a discussão, examinando o modo como materiais musicais similares podem evocar predominantemente o tempo linear do devir ou o tempo não-linear do ser. Primeiramente, usamos um material tonal para escrever duas passagens distintas; em seguida, comentamos sobre três peças de massas sonoras de Ligeti, Cage e Lutoslawski, respectivamente.
Palavras-chave: Tempo e música. Ser e Devir. Composições de massas sonoras. Ligeti. Cage. Lutoslawski.
Palavras-chave: Tempo e música. Ser e Devir. Composições de massas sonoras. Ligeti. Cage. Lutoslawski.
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Moura, E.-E. L. de, & Tradução de Wilson Guerreiro Pinheiro. (2007). Manipulações do tempo em música – uma introdução. Claves, (4). Recuperado a partir de https://periodicos.ufpb.br/index.php/claves/article/view/2868
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