Morte e telejornalismo

Ponderações sobre a cobertura do Jornal da Band na morte de Ricardo Boechat

Autores

  • Michele Negrini Universidade Federal de Pelotas - Brasil
  • Bibiana de Moraes DIAS

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2763-9398.2021v14n.60541

Palavras-chave:

Imaginário. Ricardo Boechat. Telejornalismo. Morte. Jornal da Band.

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar a cobertura do Jornal da Band em relação à morte do jornalista Ricardo Boechat. Para isso, foram dispensados olhares sobre uma edição do telejornal, e posteriormente foi feita uma análise sobre os sentidos presentes na edição em questão. Em nível teórico-metodológico, nos alinhamos às perspectivas da Teoria Geral do Imaginário. E selecionamos como corpus a edição do telejornal do dia 11 de fevereiro de 2019, data em que aconteceu o acidente de helicóptero que levou à morte de Boechat.

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Biografia do Autor

Michele Negrini, Universidade Federal de Pelotas - Brasil

Jornalista. Mestre em Comunicação e Informação pela UFRGS. Doutora em Comunicação pela PUCRS. Pós-doutora pelo programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, da UFBA. Professora da Universidade Federal de Pelotas. Integrante do núcleo de pesquisadores do Grupo Interinstitucional de Pesquisa em Telejornalismo (GIPTele). E-mail: mmnegrini@yahoo.com.br.

 

Bibiana de Moraes DIAS

Jornalista; pós-graduada em Docência do Ensino Superior pela UNIDERP; mestranda em Comunicação e Informação no Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFRGS. Email: bibianamdias@gmail.com

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Publicado

2021-12-01

Como Citar

NEGRINI, M.; DE MORAES DIAS, B. . Morte e telejornalismo: Ponderações sobre a cobertura do Jornal da Band na morte de Ricardo Boechat. Culturas Midiáticas, [S. l.], v. 14, p. 20, 2021. DOI: 10.22478/ufpb.2763-9398.2021v14n.60541. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/cm/article/view/60541. Acesso em: 19 jan. 2022.

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