FAUSTA E O CANTO DA SEREIA: mitologia e violência simbólica em La teta asustada

Autores/as

  • Edvânia Maria da Silva
  • Genilda Azerêdo

Palabras clave:

canção, adaptação, signo, significação, violência simbólica.

Resumen

Nosso objetivo é fazer uma reflexão sobre a canção Sirena, de Magaly Solier, cuja narrativa espelha a ação da personagem Fausta no filme peruano La teta asustada (2009), de Claudia Llosa. A fim de situar o leitor, inicialmente, faremos um breve comentário sobre o enredo do filme; em seguida, buscaremos mostrar como a canção reflete a ação da personagem e de que modo as imagens (signos) desse texto são traduzidas para a linguagem do cinema, observando como se dá a produção de significação e de sentido. Para tanto, os estudos acerca da Semiótica da Cultura de Irene Machado e Lúcia Santaella, bem como as considerações de Yuri Lotman, em seu Estética e semiótica do cinema, serão fundamentais para construção de nossa reflexão.

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Cómo citar

Silva, E. M. da, & Azerêdo, G. (2012). FAUSTA E O CANTO DA SEREIA: mitologia e violência simbólica em La teta asustada. Cultura E Tradução, 1(1). Recuperado a partir de https://periodicos.ufpb.br/index.php/ct/article/view/13030

Número

Sección

Cultura, tradução e semiótica

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