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Vozes do Nordeste: Saberes, Histórias e Educação
Vol. 2 Núm. 4 (2026)Resumos expandidos
Os trabalhos reunidos neste volume foram escritos por discentes do curso de Licenciatura em Pedagogia, do turno da tarde, ao longo da disciplina Linguagem e Interação. As produções resultam de um percurso formativo orientado por algumas questões centrais: de que modo compreender os processos de oralidade, leitura, escrita e letramento em sua relação com a constituição dos sujeitos, com as práticas sociais e com as condições históricas de produção dos sentidos? Quais implicações a compreensão da linguagem em uma perspectiva dialógica e em sua dimensão constitutiva produz para as práticas pedagógicas e para o exercício da docência?
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Crônicas ao redor da mesa
Vol. 2 Núm. 3 (2026)Crônicas ao redor da mesa não é apenas o tema deste volume. É um convite. Um convite para desacelerar, sentar-se, ouvir histórias e perceber que a literatura, quase sempre, nasce de acontecimentos aparentemente pequenos. A mesa, por sua vez, deixa de ser apenas um móvel da casa para tornar-se um espaço simbólico onde a vida acontece: onde famílias se reúnem, amizades se fortalecem, decisões são tomadas, silêncios são compartilhados e memórias encontram abrigo.
As crônicas que compõem este volume foram produzidas por estudantes do curso de Pedagogia do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba, Campus I, na disciplina Linguagem e Interação (turno noturno), durante o semestre 2026.1. São textos que revelam autores em processo de formação, experimentando a escrita como espaço de criação, escuta, reflexão e diálogo com o mundo. Em cada narrativa há escolhas, descobertas, sensibilidades e vozes que começam a encontrar seu lugar.
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Linguagem é interação: janelas abertas para o mundo
Vol. 2 Núm. 2 (2026)Vamos abrir nossas janelas para o mundo: Linguagem é interação!
É nesse movimento de nos abrir para o mundo, partilhando nossas vozes, nossos olhares e posicionamentos, tendo a linguagem como meio que intermedeia todas as interações, que lançamos este volume da Revista Fala Tu!
Seguimos embasados na compreensão de que as práticas de linguagem nos compõem como sujeitos sociais e possibilitam a constituição dos saberes que nos atravessam e propagam nossas vozes no mundo, através da escrita, da leitura, da oralidade e das diversas linguagens que intermedeiam nosso agir no mundo. Sendo, por isso, elemento central no processo educacional, por colaborar, de maneira direta e intencional, com a formação, desenvolvimento e ampliação de nossos horizontes, de nossa participação nos diferentes contextos e de saberes já apreendidos por cada um/a de nós em nosso cotidiano.
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Crônicas para abrir janelas!
Vol. 2 Núm. 1 (2026)Abrir a janela nem sempre é um gesto simples. Às vezes, ela emperra. Outras vezes, somos nós que hesitamos. Há dias em que preferimos o abrigo das paredes; em outros, sentimos que é preciso deixar o mundo entrar, mesmo com todo o barulho que ele carrega.
Esta coletânea de crônicas nos convida justamente a esse movimento: olhar para fora sem abandonar o que nos constitui por dentro. Se, na edição anterior, a casa apareceu como abrigo e memória, agora ela se transforma em ponto de abertura. É da casa que observamos o mundo e é por meio dela que o mundo nos atravessa.
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Relatos de experiências bem-sucedidas e a identidade narrativa
Vol. 1 Núm. 3 (2025)Narrar uma experiência bem-sucedida da prática educativa é uma chance de reencontrar os modelos biográficos que estão no cerne da configuração da formação e atuação profissional, pois, são os professores e professoras da educação básica e ensino superior que imitamos quando buscamos desenvolver nossas atividades pedagógicas de forma criativa e inovadora.
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Infância Plural: Corpos que brincam, sentem e narram histórias!
Vol. 1 Núm. 2 (2025)Os resumos apresentados neste segundo volume foram elaborados por estudantes de graduação em Pedagogia do Centro de Educação, da UFPB, Campus I, participantes da disciplina Seminário Temático em Educação V, no semestre 2025.1 (noturno). Os textos contribuíram para os debates relacionados ao tema “Infância Plural: Corpos que brincam, sentem e narram histórias” e para o seminário realizado na disciplina sobre esse assunto.
Os resumos apresentados abrem caminhos para pensar a criança como sujeito ativo, produtor de cultura e de significados. Nos resumos sobre literatura infantil, vemos como o envelhecer, a doença e a intergeracionalidade entram em cena, desafiando estereótipos cristalizados e convidando os pequenos a refletir sobre o ciclo da vida. Nos resumos sobre o brincar, descobrimos que jogos, brinquedos e brincadeiras são mais do que passatempo: são ferramentas de aprendizagem, socialização, resgate cultural e desenvolvimento integral.
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Não repare a bagunça. Estamos em crônica.
Vol. 1 Núm. 1 (2025)A casa é mais do que paredes, janelas e telhados. É lugar de abrigo e de partida, de silêncio e de festa, de dor e de cura. É o espaço onde se misturam memórias e afetos, onde a infância se eterniza em detalhes simples — o cheiro do café, o balanço no quintal, a mesa que reúne histórias.
Este volume da Fala Tu! nasce do entrelaçamento entre lembrança e imaginação, dando voz às experiências que moldam a vida cotidiana. As crônicas reunidas foram produzidas por estudantes do curso de Pedagogia, do Centro de Educação da UFPB, Campus I, na disciplina de Linguagem e Interação (noturno), semestre 2025.1. Cada texto apresenta um olhar singular sobre o sentido de ter ou perder uma casa, de construir ou reinventar um lar. São narrativas que atravessam tempos e geografias, revelando que a casa também habita em nós: na mesa marcada pelo tempo, no quintal que se fazia universo, nos almoços em família e nas perdas inevitáveis que a memória insiste em preservar.
Se, ao percorrer estas páginas, você encontrar frestas, tijolos à mostra ou detalhes fora do lugar, não estranhe: são marcas do aprendizado de quem se aventura a escrever crônicas. São estudantes em processo de construção — que experimentam, arriscam, tropeçam e recomeçam —, dando vida a textos autorais que permanecem vivos e pulsantes no desejo de existir no olhar de quem lê. Aqui, a escrita não nasce para cumprir uma avaliação, mas para ganhar voz, espaço e presença. Por isso, não repare a bagunça: estamos em crônica!