QUAL ESTABELECIMENTO É MAIS PRODUTIVO, PARA QUEM VAI O CRÉDITO RURAL NO BRASIL E EM GOIÁS

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DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1982-3878.2026v20n1.77480

Resumo

Este texto se propõe analisar a produção agrícola, a geração de empregos na agropecuária brasileira e goiana, segundo distintos estabelecimentos agropecuários, além de discutir valores do crédito rural para a agricultura familiar camponesa e a agricultura patronal. Para tanto se fez uso da pesquisa bibliográfica, documental e na internet. Os resultados demonstram que a agricultura familiar camponesa é responsável pela maior geração de empregos no campo, maior produção de espécies aquícolas, olerícolas, usadas na medicina tradicional. Contraditoriamente, a despeito dos valores ascendentes de crédito disponibilizado, a agricultura familiar camponesa se apropria de menor fatia de dinheiro subsidiado pelo Estado brasileiro no setor financeiro nacional. O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar-PRONAF também possui idiossincrasias, privilegia modalidades creditícias universais, em detrimento de frações, segmentos atividades da agricultura familiar camponesa. Ainda, a redução dos contratos, o aumento dos valores, da área de abrangência sinalizam o fortalecimento da diferenciação camponesa.

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Biografia do Autor

Edson Batista, Universidade Estadual de Goiás

Possui graduação em Licenciatura Plena em Geografia pela Universidade Estadual de Goiás (2005), mestrado, especialização em Educação Ambiental e doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2014), (2018). Atualmente é RTIDP- Regime de Dedicação Exclusiva da Universidade Estadual de Goiás, professor estatutário da Universidade Estadual de Goiás e professor do curso de Geografia do Campus Nordeste - sede Formosa, além do Mestrado Acadêmico de Geografia. Além disso, é membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Geografia Agrária e Dinâmicas Territoriais- NEPAT, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Espaço Rural-GEPER e do Núcleo de Agroecologia e Educação do Campo-GWATÁ e do Laboratório de Geografia Humana e Ensino de Geografia-LEPEGE, onde coordenou o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência-PIBID, 2020/2022, 2022/2024 e coordena o mesmo programa em sua edição 2024/2026. Além disso, coordena o projeto financiado pelo CNPQ denominado: A PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA DA AGRICULTURA FAMILIAR EM GOIÁS: cercamento ao campesinato e acesso as políticas públicas. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Geografia Agrária e Ensino de Geografia, atuando principalmente nos seguintes temas: disputas espaciais, campesinato, território, educação do campo, agronegócio, mundialização da agricultura, agricultura familiar, ensino de Geografia.

Vinicius Gomes de Aguiar, Universidade Federal do Norte do Tocantins

É doutor em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2015). Docente do curso de licenciatura em Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura e Território (PPGCult) da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), é membro do Neuza - Núcleo de Pesquisa e Extensão em Saberes e Práticas Agroecológicas - e atua na Superintendência Federal de Desenvolvimento Agrário (SFDA) de Goiás, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Possui experiência em trabalhos envolvendo conflitos ambientais, territoriais, geotecnologias e comunidades tradicionais. 

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Publicado

2026-06-26

Como Citar

Batista, E., & Gomes de Aguiar, V. (2026). QUAL ESTABELECIMENTO É MAIS PRODUTIVO, PARA QUEM VAI O CRÉDITO RURAL NO BRASIL E EM GOIÁS. OKARA: Geografia Em Debate, 20(1), 77–100. https://doi.org/10.22478/ufpb.1982-3878.2026v20n1.77480

Edição

Seção

Artigos