Entre presas e estacas: signos icônicos do vampirismo em Mordida (2021) de Sarah Andersen
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n10.76526Palavras-chave:
Mordida (2021). Sarah Andersen. semiótica. signo icônico.Resumo
Mordida (2021) é uma narrativa gráfica criada por Sarah Andersen - inicialmente, publicada em formato de webcomic e migrada para o suporte físico - a qual concentra seu enredo no cotidiano de Elsie, uma vampira, e seu relacionamento com Jimmy, um lobisomem. A partir desse encontro e da construção de uma relação romântica, os personagens encontram-se como semelhantes e passam a partilhar momentos da vida e relatos juntos, porque encontram um no outro, a chance de serem quem são, monstros. Objetivamos analisar como a protagonista se constitui um signo icônico das significações atribuídas ao vampirismo em uma narrativa com conflitos urbanos e contemporâneos. A Teoria Semiótica de Peirce, a partir de Volli (2007), e de Kristeva, discutida em Silva (2018), fundamentaram a leitura dos quadrinhos centralizada em uma análise dos signos e seus interpretantes presentes na obra. Em nossos resultados compreendemos que há uma recriação (Sant’anna, 2003) configurada no mito da jovem vampira.



