Mudanças na qualidade durante a maturação de frutos de cajazeiras

  • Edileide Natália da Silva Rodrigues Universidade Federal da Paraíba/Graduanda Agronomia CCA/UFPB
  • Silvanda de Melo Silva Universidade Federal da Paraíba/Professora Titular CCA/UFPB
  • Tatiana Leite Bulhõe Universidade Federal da Paraíba/Graduanda Agronomia CCA/UFPB
  • Raylson de Sá Melo Universidade Federal da Paraíba/Mestre em agronomia PPGA/CCA/UFPB
  • Alex Sandro Bezerra de Sousa Universidade Federal da Paraíba/Doutorando em agronomia PPGA/CCA/UFPB
  • Renato Pereira Lima Universidade Federal da Paraíba/Doutorando em agronomia PPGA/CCA/UFPB
  • Rejane Maria Nunes Mendonça Universidade Federal da Paraíba/Professor associado I CCA/UFPB

Resumo

O cajá (Spondias mombin L.) apresenta elevada aceitação devido ao seu sabor exótico. O entendimento do processo de maturação deste fruto é um fator decisivo para se estabelecer padrões de identidade e qualidade, propiciando a previsão da vida útil pós-colheita, além de permitir a utilização adequada dos frutos em estádios de máxima qualidade gustativa. Portanto, este trabalho tem como objetivo avaliar as mudanças na qualidade de frutos de cajazeiras de ocorrência no Brejo Paraibano durante a maturação. Os frutos foram colhidos em cinco estádios de maturação, sendo que cada fruto corresponde a uma repetição, totalizando 80 frutos para as avaliações físicas (coloração da casca, índice de cor da casca, comprimento, diâmetro, massa fresca dos frutos e firmeza) e a polpa de quatro repetições de vinte frutos para as físico-químicas (acidez titulável, sólidos solúveis, relação SS/AT, pH e ácido ascórbico). Os dados foram submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey. Frutos dos estádios início de pigmentação (IP), amarelo esverdeado (AV), verde amarelado (VA) e totalmente amarelado (TA) apresentaram maiores massa, comprimento e diâmetro. A transição da cor verde para a amarela ocorreu entre os estádios IP e VA. Frutos do estádio TA se destacaram como mais saborosos, pelos maiores teores de sólidos solúveis (15,42%), relação SS/AT (7,40) e significativo aporte de ácido ascórbico (37,85 mg.100g-1), que valoriza o seu consumo.

Biografia do Autor

Silvanda de Melo Silva, Universidade Federal da Paraíba/Professora Titular CCA/UFPB
Departamento de Química e Física CCA/UFPB
Rejane Maria Nunes Mendonça, Universidade Federal da Paraíba/Professor associado I CCA/UFPB
Departamento de Fitotecnia
Publicado
2018-11-03
Seção
Agronomia