Saberes tradicionais e formação científica: reconstruindo o laboratório vivo

Autores

  • Thiago Emmanuel Araújo Severo Universidade Federal do Rio Grande do Norte
  • Maria da Conceição Xavier de Almeida Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Palavras-chave:

Ensino de Ciências, Saberes Tradicionais, Transdisciplinaridade

Resumo

Um dos principais objetivos do professor de ciências é aproximar o estudante do conhecimento científico, continuamente em metamorfose. Ao ensinar ciências somos convidados a proporcionar um diálogo entre a cultura científica e as emergências criativas por parte dos alunos, assumindo sempre uma postura crítica sobre o que já está compartilhado. Para este fim, torna-se necessário repensar a agenda de formação destes docentes, reproblematizando o fazer e o pensar e aproximando-os dos lugares de construção de conhecimento; da experimentação de ideias; da linguagem técnica-científica; e da investigação das evidências. Neste estudo priorizamos três axiomas fundamentais para esta nova agenda de formação: reconstruir o perfil do professor de ciências; redimensionar o conceito de laboratório; e reproblematizar a noção de evidência.

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Biografia do Autor

Thiago Emmanuel Araújo Severo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Possuo graduação em Ciências Biológicas (modalidades licenciatura e bacharelado) pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Sou membro do Grupo de Estudos da Complexidade - GRECOM (UFRN); do GRECOMVIDA (UEPB); e dos núcleos de pesquisa “História, Ensino e Cultura” e “Extensão comunitária infanto-juvenil”. Atuo como Professor na área de Didática e Ensino de Ciências da Natureza vinculado ao Departamento de Práticas Educacionais e Currículo - DPEC/UFRN; e sou doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), vinculado à linha de pesquisa Estratégias do Pensamento e Produção do Conhecimento. Desenvolvo estudos sobre: estratégias e inovações de método na formação de professores de ciências e biologia; o conceito de Natureza e suas implicações para o ensino de biologia; perspectiva transdisciplinar e pensamento complexo no ensino das ciências da natureza; e estratégias pedagógicas para o ensino em espaços híbridos universidade/escola, como o PIBID.

Maria da Conceição Xavier de Almeida, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Antropóloga. Professora Titular do Departamento de Fundamentos e Políticas da Educação do Centro de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Brasil. Doutora em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-SP, Brasil. Professora dos Programas de Pós-Graduação em Educação e em Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Coordenadora do Grupo de Estudos da Complexidade – GRECOM. Membro da Association International pour la Pensée Complexe – Paris. Membro do Conselho Científico Internacional da Multiversidad Mundo Real Edgar Morin (Hermosillo – México). Membro do Conselho da Cátedra para la Transdisiplinaridad (Valladolid – Espanha). Coordenadora, pelo Grecom/UFRN, do primeiro ponto brasileiro da Cátedra Itinerante Unesco Edgar Morin – CIUEM, com sede em Buenos Aires, Argentina.

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Publicado

2015-12-31

Como Citar

SEVERO, T. E. A.; ALMEIDA, M. da C. X. de. Saberes tradicionais e formação científica: reconstruindo o laboratório vivo. Gaia Scientia, [S. l.], v. 9, n. 1, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/gaia/article/view/18959. Acesso em: 24 jan. 2022.

Edição

Seção

Ciências Ambientais