Cosmovisiones y agroecología: reciprocidad, mercado y territorialidad en el noreste brasileño y sureste mexicano

Autores

  • Alicia Ferreia Gonçalves UFPB
  • Maria Elena Martinez Torres

Palavras-chave:

Cosmovisiones, Agroecología, Café orgánico, Comercio justo, Chiapas, Paraíba, Territorios rurales, Identidades.

Resumo

Este ensayo presenta una reflexión y un conjunto de indagaciones sobre posibilidades de la agroecología en mejorar las condiciones de vida de familias que viven en territorios rurales en noreste brasileño y sureste mexicano. Son apreciadas dos experiencias con principios de la agroecología: la producción orgánica de café de indígenas y mestizos del estado de Chiapas y la producción orgánica de algodón colorido del estado da Paraíba. En la introducción presentamos el escenario donde es configurada la agenda agroecológica en el mundo, en especial, América Latina y Caribe, a continuación um breve recorrido en la historia agraria de Paraíba y Chiapas. En la siguiente sesión presentamos una breve descripción de las experiencias de la producción orgánica del algodón y café y las cuestiones relacionadas a los territorios como la soberanía alimentaria y la autonomía. Al final son lanzadas los planteamientos que las referidas experiencias suscitan: ¿Cómo se articulan las cosmovisiones y el conocimiento nativo en la producción orgánica y otros conocimientos técnicos? ¿Cómo activar sus identidades construidas a partir de sus respectivas cosmovisiones y la lucha por el territorio en el proceso de producción del algodón y el café orgánico? ¿Estaría la producción orgánica dándole un nuevo sentido (SAHLINS, 1999, 2004) a las identidades y cambiando las condiciones de vida de las familias de colonos que viven en las comunidades rurales? ¿Cómo se articulan cosmovisiones y mercado? ¿Conocimientos tradicionales y el mercado? ¿Cómo combinar tradición y mercado?

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ANDRADE, M. 1986. A terra e o homem no Nordeste: contribuição ao estudo da questão agrária no Nordeste. São Paulo: Editora Atlas S.A.

BANDEIRA, L; MIELE, N, GODOY, R. (Orgs). 1997. Eu Marcharei na tua luta: a vida de Elisabeth Teixeira. João Pessoa: Ed. Universitária.

BOURDIEU, P. 1986. A ilusão biográfica. In AMADO, J; FERREIRA, M.M. Usos e Abusos da história oral. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas Editora. pp. 183- 191.

CABAL, L. 2012. Los saberes y cosmovisiones ancestrales en los movimientos anti sistémicos latinoamericanos, hoy: una perspectiva descolonial. João Pessoa, Caos Revista Eletrônica de Ciências Sociais. pp. 1-12.

CEPAL. 2014. Perspectivas de la agricultura y del desarrollo rural en las Américas: Uma mirada hacia América Latina y el Caribe 2014. Resumen Ejecutivo. Disponible en: < http://repiica.iica.int/docs/b3165e/b3165e.pdf>. Aceso em: 04 jun 2014.

COSTA, V. 2013. Políticas Públicas e Agricultura Familiar: uma avaliação do PRONAF em dois assentamentos rurais da Mata Sul Paraibana. Dissertação de Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente, UFPB.

DESMARAIS, A. 2013. A Via Campesina: a globalização e o poder do campesinato. São Paulo: Expressão Popular.

Ejército Zapatista de Liberación Nacional. Serie de Comunicados. Ellos y Nosotros. Fevereiro, 2013. 54p. da terra no século XXI: Sessões Framing the Debate. Políticas Fundiárias no Brasil. Uma analise geo-histórica da governança da terra no Brasil. Roma: International Land Coalition.

FURTADO, C. 1959. Formação econômica do Brasil. Rio deJaneiro: Ed. Fundo de Cultura.

GEERTZ, C. 1989. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC.

GOMES, J.; ASSIS, W. 2013. Agroecologia: princípios e reflexões conceituais. Brasília, DF: Embrapa.

GONÇALVES, A. 2009. Experiências em economia solidária no estado do Ceará. Campinas: Editora da UNICAMP.

______. Economia Solidária & Visão de Mundo. 2011. São Paulo, Revista Cadernos de Campo, v.20, n.20.p.87-102.

GRAZIANO, J. 1982. A modernização dolorosa: estrutura agrária, fronteira agrícola e trabalhadores rurais no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar.

GUIMARÃES, F.; CARTAXO, W. Anais, 8º Congresso Brasileiro de Algodão & I Cotton Expo 2011, São Paulo, SP – 2011. 5p. Disponível em <http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/49656/1/SOC001Poster.278.pdf>. consulta em jan. 2015.

HALL, S. 2003. Da diáspora. Identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG.

HARVEY, D. 1996. Condição Pós-Moderna. São Paulo: Loyola.

LEVI-STRAUSS, C. Totemismo Hoje. 1975. Petrópolis: Vozes.

MOREIRA, E. 2006. Território (s) de Esperança: Projeto de pesquisa. João Pessoa: CNPq.

______. Por um pedaço de chão. 1997. 2 v. João Pessoa: Editora Universitária.

MARTÍNEZ–TORRES, M. Disponível em: <http://estudiosdeldesarrollo.net/coleccion_america_latina/mextrans/

MexicoTrans_cap11.pdf>. Consulta em 11 mai 2014.

______. 2006. Organic Cofee: Sustainable Development by Mayan farmers. Ohio: Ohio University Press.

MAUSS, M. 1974. Ensaio sobre a dádiva. Forma e razão de troca nassociedades arcaicas in: Sociologia e Antropologia. V 2. São Paulo, Edusp.

MALINOWSKI, B. 1976. Os Argonautas do Pacifico Ocidental.Introdução. São Paulo: Abril Cultural.

MOREIRA, E.; TARGINO, I. 2007. De território de exploração à território de esperança: organização agrária e resistência camponesa no semi-árido paraibano. Presidente Prudente: Revista Nera, No. 10. Disponível em: http://www4.fct.unesp.br/nera/telas/nera._

MOREIRA, E; TARGINO, I; NETO, G. 2000. Organização interna dos assentamentos rurais na Paraíba: caminhos e armadilhas das formas associativas. Revista Nera, n. 3 (3), pp. 45 – 57.

______. Desenvolvimento, Desertificação e Agricultura Sustentável. 2010. João Pessoa: Editora da UFPB.

NORDER, L. 1997. Assentamentos Rurais: Casa, Comida e Trabalho. Dissertação de Mestrado, IFCH, Unicamp.

PETERSEN, P. 2013. Prefácio. Agroecologia: princípios e reflexões conceituais. Brasília: DF, Embrapa.

PROJETO PIBIC. A Feira Agroecológica do Polo da Borborema como Política Pública de Desenvolvimento: incursões etnográficas, identidades & território. UFPB: 2013. 10p.

POLANYI, K. 2000. A grande transformação: as origens de nossa época. Rio de Janeiro: Elsevier.

PRADO, C. 1958. História Econômica do Brasil. São Paulo: Ed. Brasiliense.

SAHLINS, M. 1999. Ilhas de História. Rio de Janeiro: Zahar.

______. Cultura na Prática. 2004. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ.

SAMPAIO, P. 2012. Desenvolvimento e Neodesenvolvimentismo:tragédia e farsa. Serviço Social, São Paulo, n112, pp. 672-688, out/dez.

SOUZA, J. 2014. Resenha. Agroecologia: uma ciência para a vida e não para o desenvolvimento. Cadernos de Ciência & Tecnologia, Brasília, v. 31, n1, pp. 163-168, jan./abr.

TORRES, F. O novo algodão do semiárido. Cultivo orgânico do algodão abre caminho para a retomada de uma cultura que se confunde com a própria história do Nordeste brasileiro. Agricultura. Inovação em Pauta. pp. 46-49.

WOORTMANN, K. 1990. “Com parente não se neguceia”. O campesinato como ordem moral. Brasília, Anuário Antropológico. V.87, p. 11-73.

Publicado

2017-03-13

Como Citar

GONÇALVES, A. F.; TORRES, M. E. M. Cosmovisiones y agroecología: reciprocidad, mercado y territorialidad en el noreste brasileño y sureste mexicano. Gaia Scientia, [S. l.], v. 10, n. 1, 2017. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/gaia/article/view/33301. Acesso em: 23 jan. 2022.

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)