Medios e Marihuana:

Ancestría y lucha por la legitimidad en fragmentos mediáticos de Nêgo Bispo

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2763-9398.2026v25n.76473

Palabras clave:

Marijuana, Mediatización, Ascendencia, Tiempo contemporáneo

Resumen

Este artículo busca examinar cómo el discurso ancestral se manifiesta públicamente como una
disposición experiencial en los procesos contemporáneos de movilización por la marihuana, en
fragmentos mediatizados de Nêgo Bispo. Para ello, se analizan las interpretaciones de la
mediatización, la movilización ancestral en la época contemporánea y las demandas de intensificación de pasados robados. El principal resultado evidencia que, en las movilizaciones simultáneas a favor de la marihuana y organizadas en la época contemporánea, el discurso ancestral funciona como una estructura confluente para la construcción de legitimidad basada en el conocimiento ancestral informado por los pueblos afropindorámicos presentes en la esfera pública, a través del reciente fenómeno de la mediatización.

 

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Letícia Araújo Resende Guimarães Pereira, Universidade Federal de Minas Gerais/Mestranda

Licenciatura en Periodismo (UFV), Maestría en Comunicación Social (UFMG). Miembro del grupo de investigación Corisco (UFMG). Analiza las divergencias y confluencias comunicacionales latentes que surgen y se manifiestan en la red de seguridad pública brasileña, centrándose en los debates sobre drogas, violencia y prácticas de resistencia/contraconducta.

Rennan Lanna Martins Mafra, Universidade Federal de Viçosa/Professor

Posdoctorado (2021) en Historia por la UFOP, Doctor (2011) y Maestro (2005) en Comunicación, en el área de concentración Comunicación y Sociabilidad Contemporánea, por la UFMG. Profesor del curso de grado en Comunicación Social y del Programa de Posgrado en Comunicación y Regionalidades de la UFV. Es coordinador del grupo de investigación Pólen y co-líder del DIZ. Comprende la investigación en las humanidades como una actividad esencial para la escucha de fenómenos que desafían la vida en la contemporaneidad.

Citas

ATHAYDE, Celso; MEIRELLES, Renato. Um país chamado favela. 1ª ed. São Paulo: Editora Gente, 2014.

BRAGA, José L.; CALAZANS, Maria Regina Z. Comunicação e educação: questões delicadas na interface. São Paulo: Hacker, 2001.

BRAGA, José Luiz. Os estudos de interface como espaço de construção do Campo da Comunicação. Contracampo, Rio de Janeiro, v. 10, n. 4, p. 219-235. 2004. Disponível em: https://periodicos.uff.br/contracampo/issue/view/1003. Acesso em: 12 set. 2025.

BRAGA, José Luiz. Comunicação, disciplina indiciária. MATRIZes, São Paulo, v. 1, n. 4, p. 73-88. 2008. Disponível em: https://revistas.usp.br/matrizes/article/view/38193. Acesso em: 12 set. 2025.

BRAGA, José Luiz. Constituição do Campo da Comunicação. Verso e Reverso, São Leopoldo, v. 25, n. 58, p. 62-77. 2011. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/versoereverso/article/view/924. Acesso em: 12 set. 2025.

BRAGA, José Luiz. Circuitos versus campos sociais. In: MATTOS, Maria A.; JANOTTI JUNIOR, Jeder J.; JACKS, Nilda (org.). Mediação & midiatização. Salvador: EDUFBA; Brasília: COMPÓS, 2012. p. 29-52. E-book.

BRANDÃO, Marcílio Dantas. O “problema público” da maconha no Brasil: anotações sobre quatro ciclos de atores, interesses e controvérsias. Dilemas, Rio de Janeiro, v. 7, n. 4, p. 703-740. 2014. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/5638/563865508007.pdf. Acesso em: 12 set. 2025.

FERRUGEM, Daniela. Guerra as drogas e a manutenção da hierarquia racial. Belo Horizonte: Letramento, 2019.

FRANÇA, Jean Marcel C. História da maconha no Brasil. São Paulo: Jandaíra, 2022.

GOMES, Pedro Gilberto. Midiatização: um conceito, múltiplas vozes. Revista Famecos: mídia, cultura e tecnologia, Porto Alegre, v. 23, n. 2, p. 1-20, maio-agosto. 2016. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/4955/495553927012.pdf. Acesso em: 17 de nov. de 2025

GROHMANN, Rafael. O que é circulação na comunicação? Dimensões epistemológicas. Revista Famecos: mídia, cultura e tecnologia, Porto Alegre, v. 27, p. 1-13, jan.-dez. 2020. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/revistafamecos/article/view/35881. Acesso em: 17 de nov. de 2025.

GUMBRECHT, Hans U. Produção de presença: o que o sentido não consegue transmitir. Rio de Janeiro: Contraponto, 2010.

GUMBRECHT, Hans U. Nosso amplo presente: o tempo e a cultura contemporânea. São Paulo: Editora Unesp, 2015.

Katiúscia Ribeiro explica ancestralidade e sua presença na cultura diaspórica. Katiúscia Ribeiro. [S. l.: s. n.], 2022. 1 vídeo (6min27seg). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=h03cAD1EKNw & t=1s&ab_channel=CanalGNT. Acesso em: 12 set. 2025.

KRENAK, Ailton. Futuro ancestral. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

LELO, Thales Vilela. A midiatização em perspectiva crítica. Galáxia, São Paulo (online), n. 46, p. 1-16. 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/gal/a/hNBn73zbSn7YzQBR9d7BckS/?format=html&lang=pt . Acesso em: 17 de nov. de 2025

MAFRA, Rennan Lanna Martins. As organizações modernas e o contemporâneo: notas para uma leitura comunicacional do presente. Logos, Rio de Janeiro, v. 28, n. 3, p. 89. 2022. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/logos/article/view/62436 . Acesso em: 9 de março de 2026.

MARTINS, Leda. Performances do tempo espiralar, poéticas do corpo-tela. Rio de

Janeiro: Cobogó, 2021.

MIGLIEVICH-RIBEIRO, Adelia. Por uma razão decolonial: desafios ético-político-epistemológicos à cosmovisão moderna. Civitas, Porto Alegre, v. 14, n. 1, p. 66-80. 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/civitas/a/LhdvrTHy73MP8sxQQqK4QDR. Acesso em: 12 set. 2025.

NETO, Antônio F. Fragmentos de uma “analítica” da midiatização. MATRIZes, São Paulo, v. 1, n. 2, p. 89-105. 2008. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/1430/143017353005.pdf. Acesso em: 12 set. 2025.

OLIVEIRA, Luciana de; SALGADO, Tiago Barcelos P. Comunicação intermundos: entre a violência e a re-existência, quem fala? Revista Latinoamericana de Ciencias de la Comunicación, v. 22, n. 42, p. 143-153. 2023. Disponível em: https://revista.pubalaic.org/index.php/alaic/article/view/984. Acesso em: 12 set. 2025.

RANGEL, Marcelo de Mello. Melancolia e história em Walter Benjamin. Ensaios Filosóficos, Rio de Janeiro, v. 14, p. 126-137. 2016. Disponível em: https://www.ensaiosfilosoficos.com.br/Artigos/Artigo14/11_RANGEL_Ensaios_Filosoficos_Volume_XIV.pdf. Acesso em: 12 set. 2025.

RIBEIRO, Sidarta. As flores do bem: a ciência e a história da libertação da maconha. 1ª ed. São Paulo: Fósforo, 2023.

RODRIGUES, Adriano D. Estratégias da comunicação. Lisboa: Presença, 1990.

RODRIGUES, Ana Paula Lopes da S. Conhecimentos e ativismos: associações canábicas nas redes sociais digitais. 2022. Tese (Doutorado em Extensão Rural) – Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2022. Disponível em: Acesso em: 12 set. 2025.

SANTAELLA, Lúcia. Matrizes da linguagem e do pensamento: sonora, visual, verbal. São Paulo: Iluminuras, 2001.

SANTOS, Antônio Bispo dos. Colonização, quilombos: Modos e significações. Brasília: UnB/CNPq, 2015.

Publicado

2026-04-02

Cómo citar

ARAÚJO RESENDE GUIMARÃES PEREIRA, Letícia; LANNA MARTINS MAFRA, Rennan. Medios e Marihuana:: Ancestría y lucha por la legitimidad en fragmentos mediáticos de Nêgo Bispo. Culturas Midiáticas, [S. l.], v. 25, 2026. DOI: 10.22478/ufpb.2763-9398.2026v25n.76473. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/cm/article/view/76473. Acesso em: 14 jun. 2026.

Artículos similares

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.