"O Corpo é a Filosofia”:
Entrevista com Katiúscia Ribeiro
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2763-9398.2026v25n.76094Palavras-chave:
Katiuscia Ribeiro, Filosofias africanas, Corpo, Saberes quilombolasResumo
Em entrevista ao Laboratório de Identidades Digitais e Diversidade (LIDD/UFRJ), concedida em abril de 2024, a filósofa quilombola Katiúscia Ribeiro fala sobre filosofias africanas, saberes e epistemologias ancestrais. Ao propor modos de construção de conhecimento que desviam de perspectivas hegemônicas ocidentais, repensam a ciência e reconstroem os pressupostos sobre as humanidades, a filósofa oferece e reivindica ao corpo um lugar fundamental e imprescindível para a produção filosófica contemporânea.
Downloads
Referências
ALMEIDA, Silvio Luiz de. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2020. (Coleção Feminismos Plurais).
ASANTE, Molefi Kete. Afrocentricidade: Notas sobre uma posição disciplinar. In: NASCIMENTO, E. L. (Org.). Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro Edições, 2009.
BENTO, CIDA. O pacto da branquitude. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
BISPO, Antônio dos Santos. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu Editora, 2023.
DIOP, Cheikh Anta. The African origin of civilization: Myth or Reality. Lawrence Hill & Co., Publishers. 1974.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: Editora Edufba, 2008.
HOOKS, bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
MACHADO, Vanda. Irê Ayó: uma epistemologia afro-brasileira. Salvador: EDUFBA, 2019.
MARIAH, Morena. Afrofuturo: Tecnologias Ancestrais. Ago, 2021. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/0DDJuP1TfZxMjkTtibRncC.
NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo. Petrópolis: Vozes, 1980.
NOBLES, Wade. Sakhu Sheti: retomando e reapropriando um foco psicológico afrocentrado. In: NASCIMENTO, Elisa. L. Afroncentricidade: uma abordagem inovadora. Vol. Sankofa: matrizes da cultura brasileira. São Paulo: Selo Negro, 2009. p. 277-298.
OYĚWÙMÍ, Oyèronké. A invenção das mulheres: construindo um sentido africano para os discursos ocidentais de gênero. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.
RAMOSE, Mogobe. Sobre a legitimidade e o estudo da filosofia africana. Ensaios Filosóficos. Rio de Janeiro, v. IV, out. 2011.
RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial, 2007
SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e Ancestralidade: ressignificação de uma herança cultural. In: ANAIS ABRACE, 2008. Disponível em: https://www.portalabrace.org/vcongresso/vcongresso/progpesquisadanca.html. Acesso em: out. de 2025.
TOWA, Marcien. A ideia de uma filosofia negro-africana. Curitiba: NEAB; Belo Horizonte: Nandyala, 2015.
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 FERNANDA CARRERA, Flávia Fontes, Hellen Freitas, Millena Salles, Amanda Moura, Rosane Romão, Denise Carvalho, Ana Carla Ferreira dos Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
A submissão de originais para Revista Culturas Midiáticas implica na transferência, pelos autores (as), dos direitos de publicação impressa e digital. Os direitos autorais para os artigos publicados são do autor (a), com direitos da Revista Culturas Midiáticas sobre a primeira publicação. Em virtude de sermos um periódico de acesso aberto, permite-se o uso gratuito dos artigos em aplicações educacionais, científicas, não comerciais, desde que citada a fonte (por favor, veja a Licença Creative Commons no rodapé desta página).




