GARGALHADAS ROUBADAS: TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA DA OBRA DE JÚLIO POMAR

Autores

  • Wanessa Rayzza Loyo da F. M. Vanderlei

Palavras-chave:

Adaptação, Inês Pedrosa, Júlio Pomar

Resumo

O processo tradutivo/adaptativo ganha contemporaneamente inúmeros estudos destinados à discussão da tradução de sistema de um determinado conjunto de signos a um outro conjunto de signos. Compreendendo a tradutologia num processo mais amplo entre signos não-verbais e verbais, o presente trabalho objetiva analisar a obra A menina que roubava gargalhadas (2002) da escritora Inês Pedrosa, nessa obra, ela traduziu algumas obras das quatros fases do artista plástico português Júlio Pomar. Além disso, analisaremos o processo criativo da escritora portuguesa na sua ressignificação das obras não-verbais em forma de signos verbais, pois como afirma Clüver (1989), é inevitável que uma tradução não contenha elementos diferentes daquela que a originou. Para isso, trabalharemos com os teóricos Mikail Bakhtin; para discutir a dimensão dialógica do discurso e gêneros textuais; Maurice Blanchot e irmãos Campos, no que se refere à discussão sobre a área literária; e, por fim, Julio Plaza e Linda Hutcheon no que diz respeito à tradução/adaptação intersemiótica das obras plásticas para a literatura.

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Como Citar

Vanderlei, W. R. L. da F. M. (2012). GARGALHADAS ROUBADAS: TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA DA OBRA DE JÚLIO POMAR. Cultura E Tradução, 1(1). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/ct/article/view/13053

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