O tradutor e seu discurso: que lugar é ocupado por ele?

Autores/as

  • Débora de Castro Barros UFRJ

Palabras clave:

análise de discurso, Michel Pêcheux, poder-saber, Michel Foucault, visibilidade, tradução, processo tradutório

Resumen

Este trabalho leva em consideração dois eixos teóricos para analisar como o discurso do tradutor se apresenta na tradução, sendo esta pensada como processo tradutório, ou seja, como “um processo de produção de discurso”, em que o texto traduzido passa a portar outro discurso, aquele do tradutor, apesar de ter como base uma “matriz”. Assim, o discurso que se apresenta no texto traduzido, o discurso que fica visível, é o do tradutor. Desse modo, são estes os eixos teóricos que usaremos para a discussão do tema: a análise de discurso (AD) de base francesa, de Michel Pêcheux, e o binômio poder-saber, cunhado pelo filósofo, também francês, Michel Foucault. O tradutor, então, pela perspectiva teórica atual dos estudos da tradução, não é um reprodutor fiel do texto original que ele traduz. Como será visto, a noção de fidelidade, sob essa perspectiva, é contestada.

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Publicado

2018-03-01

Cómo citar

Barros, D. de C. (2018). O tradutor e seu discurso: que lugar é ocupado por ele?. Cultura E Tradução, 5(1). Recuperado a partir de https://periodicos.ufpb.br/index.php/ct/article/view/38517

Número

Sección

Tradução, Transferência Cultural e Circulação

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