A FEIRA DO APITO DE MINAÇU, GOIÁS: o espaço do encontro e da troca

Autores

  • José Paulo Teixeira Universidade Estadual de Goiás
  • Edson Batista Silva Universidade Estadual de Goiás
  • Solange Cordeiro dos Santos Portilho Universidade Estadual de Goiás

Palavras-chave:

Camponeses-feirantes, Feiras livres, Renda da terra, Mercadoria camponesa.

Resumo

Este artigo tem o objetivo de analisar a “Feira do Apito” de Minaçu, como espaço de encontro, de troca e de possibilidade de reprodução social do campesinato. Para atingi-lo foi realizada pesquisa bibliográfica, pesquisa documental e pesquisa de campo, com a aplicação de entrevistas com os camponeses-feirantes, com presidentes de organizações camponesas de Minaçu, assim como observação direta, a campo, com o uso de caderneta de campo e máquina fotográfica. Os resultados apontam que a “Feira do Apito” representa a possibilidade de encontro de ideias, de afetos e de angústias cotidianas. Assim como, de fortalecimento de laços de amizade, de reciprocidade, de troca de saberes, de experiências e de tessitura de alianças políticas. Além disso, como fruto da luta organizada do campesinato, a “Feira do Apito” permite a realização da mercadoria camponesa em condição menos subordinada, com menor apropriação da renda da terra pelo capital.

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Publicado

2016-01-07

Como Citar

Teixeira, J. P., Silva, E. B., & Portilho, S. C. dos S. (2016). A FEIRA DO APITO DE MINAÇU, GOIÁS: o espaço do encontro e da troca. OKARA: Geografia Em Debate, 9(3), 380–399. Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/index.php/okara/article/view/23011

Edição

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Artigos

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