Narrativas do front: da linha de frente para o Twitter, as narrativas médicas em 280 caracteres

Autores

  • Dalva Lima dos Santos
  • José Guilherme de Oliveira Castro
  • Lucilinda Ribeiro Teixeira

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2021v17n2.57611

Palavras-chave:

Narrativa, Testemunho, Covid-19.

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar as narrativas dos profissionais médicos que estão na linha de frente no combate à COVID-19, a fim de compreender como o tweet se constitui num gênero narrativo digital sintético e de testemunho. Para tanto, à luz de Seligmann-Silva (2003), Marcuschi (2010) e Alós (2008), foram analisadas vinte e três publicações de médicos usuários da rede social Twitter, no período de maio a junho de 2020. Após análise, verificou-se que o tweet é uma narrativa sintética comum aos tempos pós-modernos e que, por viver-se num período atípico de pandemia mundial, pode-se dizer que as narrativas de profissionais médicos que atuam na linha de frente, constituem-se em narrativas de testemunho.

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Publicado

2021-02-11

Como Citar

Santos, D. L. dos, Castro, J. G. de O., & Teixeira, L. R. (2021). Narrativas do front: da linha de frente para o Twitter, as narrativas médicas em 280 caracteres. Temática, 17(2), 1–18. https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2021v17n2.57611

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