Subjetividades: mulheres jornalistas e suas percepções sobre a reforma trabalhista de 2017

Autores

  • Malu Francine do Nascimento
  • Mara Ferreira Rovida

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n7.74473

Palavras-chave:

Subjetividade. Mulheres Jornalistas. Reforma trabalhista de 2017. Relações de trabalho. Entrevista aberta.

Resumo

Discute-se neste artigo parte dos resultados de uma pesquisa de Mestrado, para sanar a seguinte questão: como as mudanças trazidas pela reforma trabalhista de 2017 impactaram as relações de trabalho das mulheres jornalistas? Como objetivos busca-se (1) identificar qual a percepção das jornalistas a respeito do impacto da reforma de 2017 no trabalho delas e (2) propõem-se entender como as jornalistas se veem dentro do mercado de trabalho atual. A metodologia parte de entrevistas abertas com suporte teórico-metodológico de Cremilda Medina para coletar os observáveis (Peruzzo, 2018). Os estudos de Medina (2002; 2003; 2013) é o principal aporte teórico com discussões que abarcam Dancosky (2023). Observou-se que a nova legislação regulamentou práticas que já eram observadas como tendência no mercado de trabalho o que respaldou a precarização das relações trabalhistas no campo do jornalismo e que a maioria das mulheres sente discriminação de gênero no campo do jornalismo.

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Publicado

2025-07-21

Edição

Seção

Artigos