Totalitarismo e políticas afirmativas de permanência na educação superior
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n7.74479Palavras-chave:
Cotas. Políticas Públicas. Violência Transfóbica.Resumo
O objetivo deste artigo é analisar em que medida a estrutura totalitarista da sociedade ocidental colabora para um falseamento de políticas afirmativas de gênero nas universidades. A fundamentação teórica está alojada no campo interdisciplinar da filosofia política em consonância com os estudos sobre gênero. A metodologia é um estudo de caso, tendo sido analisadas falas de pessoas transexuais e travestis que ingressaram no ensino superior por meio das cotas. A pesquisa revela pouca estratégia por parte da instituição em oportunizar situações de permanência dessas pessoas, caracterizando a universidade como espaço de violência transfóbica.



