Moving (k)queer pop: performance e teatralidade queer no videoclipe Move de Taemin
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.1807-8931.2025v21n7.74577Palavras-chave:
K-pop. Performance. Teatralidade. Queer. Taemin.Resumo
Este artigo analisa a performance e a teatralidade queer no videoclipe Move (2017, SM Town) de Taemin, destacando como sua encenação coreográfica e estética visual subvertem normas de gênero no K-pop. Com base na teoria da performatividade de Judith Butler (1993) e no conceito de k(q)ueerness de Jungmin Kwon (2023), investiga-se como a fusão entre dança, figurino e cinematografia desafia a binaridade de gênero e amplia as possibilidades de representação queer. A linguagem corporal híbrida de Taemin entrelaça gestos e expressões tradicionalmente associados a masculinidade e feminilidade, criando um território de ambiguidade identitária. O estudo conclui que Move não apenas questiona a objetificação do corpo feminino e a rigidez da masculinidade patriarcal, mas também ressignifica a dança como um meio de afirmação identitária e resistência cultural.



