A representação mítica, simbólica e física da mulher indígena em A Casa Redonda, de Louise Erdrich

  • Marcos Vinicius R. da Costa Universidade Estadual de Maringá (UEM)
  • Alba Krishna T. Feldman Universidade Estadual de Maringá (UEM)
Palavras-chave: Literatura Indígena, Louise Erdrich, A Casa Redonda, Mulheres do Terceiro Mundo

Resumo

Uma das principais características da escrita de Louise Erdrich é a sua complexidade na narrativa familiar, política e social que são reflexos de anos de tumultuosas mudanças na história da comunidade indígena, tocando agudamente na injustiça histórica que está marcada em sua herança indígena. Aliada a essas características de suas obras, outro ponto marcante de sua escrita é a presença dos símbolos, que são elementos que possuem papel fundamental na literatura indígena. É por meio desses elementos simbólicos que esses povos constituem suas identidades e manifestam suas marcas culturais e espirituais. Todas essas marcas da escrita de Erdrich podem ser observadas na obra A Casa Redonda (2014), conforme veremos nesse artigo, cujo objetivo é estudar a imagem da mulher indígena em três dimensões: a dimensão social ou real, representada pela personagem Geraldine; a dimensão mítica ou da tradição, representada por Akii; e a dimensão simbólica, representada pela búfala.
Publicado
2019-12-17
Como Citar
R. DA COSTA, M. V.; KRISHNA T. FELDMAN, A. A representação mítica, simbólica e física da mulher indígena em A Casa Redonda, de Louise Erdrich. Revista Ártemis, v. 28, n. 1, p. 73-87, 17 dez. 2019.
Seção
Literatura indígena, pensamento decolonial e gênero