Políticas culturais suprindo reconhecimento:

afrodescendência na Argentina entre o “Progressismo” e a nova (ultra) Direita “Anarco Libertária”.

Autores

  • Viviana Parody ICA, FFYL, UBA Equipo de Antropología del Cuerpo y la Performance; IEALC (Instituto de Estudios de America Latina y el Caribe de FSC, UBA)

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2447-9837.2025.n20.73553

Resumo

Neste artigo, analiso a evolução das políticas culturais relacionadas aos afrodescendentes na Argentina desde o Bicentenário. Para isso, começo discutindo a própria ideia de “política cultural” tal como é concebida sob diversas perspectivas na América Latina e, de forma restrita, na Argentina. Usando trabalho etnográfico multissituado que abrange tanto a ação estatal quanto a agência dos protagonistas, bem como etnografia em organizações regionais, analiso a transição desses tipos de políticas de reconhecimento entre a governamentalidade progressista e o recéminaugurado governo nacional de “nova direita libertária”. Estimam-se continuidades e rupturas nas políticas de reconhecimento nesta fase (2010-2025) caracterizada pela alternância entre estas duas ideologias governamentais (racializadas).

PALAVRAS-CHAVE: Políticas Culturais - Afrodescendentes - Argentina “libertaria”.

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Biografia do Autor

Viviana Parody, ICA, FFYL, UBA Equipo de Antropología del Cuerpo y la Performance; IEALC (Instituto de Estudios de America Latina y el Caribe de FSC, UBA)

Doctoranda en Antropología Social por la Universidad de San Martín, Argentina; Equipo de Antropología del Cuerpo y la Performance, Universidad de Buenos Aires (ICA, FFyL, UBA) ; Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires (IEALC, FCS, UBA).

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Publicado

2026-05-06

Edição

Seção

Dossiê formas de desigualdade e políticas de direito e reconhecimento