Heroínas capixabas em telenovelas (1974-2024): claustros, maternidade solo e melodrama

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.1887-8214.2025v40n1.74312

Palavras-chave:

Maternidade, Telenovela, Espírito Santo

Resumo

Procura-se, neste trabalho, apresentar uma discussão a respeito do começo da trajetória de três personagens migrantes, mães-solos e vinculadas ao estado do Espírito Santo, provenientes das telenovelas O Espigão (1974), Paraíso Tropical (2007) e A Dona do Pedaço (2019), à luz do melodrama e dos cativeiros femininos descritos por Manuela Lagarde Y de Los Ríos (2005), centrando na sua reflexão sobre maternidade. Em O Espigão (1974), procura-se uma solução para a subsistência de Dora, seja tornando-a esposa ou entregando seu filho para adoção. Já em Paraíso Tropical (2007) e em A Dona do Pedaço (2019), Lúcia e Maria da Paz não tiveram as mesmas dificuldades financeiras sublinhadas, sinalizando uma modificação na apresentação do conflito no contexto atual.

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Biografia do Autor

Luís Enrique Cazani Júnior, Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"

Pós-doutorando estratégico com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades da Universidade Federal do Espírito Santo. Doutor, mestre e bacharel em Comunicação pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”.

Gabriela Santos Alves, Universidade Federal do Espírito Santo

Professora Associada do Departamento de Comunicação Social e Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades da Universidade Federal do Espírito Santo.

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Publicado

2025-12-29