Avaliação dos fatores de risco para microcefalia no município de Cajazeiras – PB

  • Symara Abrantes Oliveira Hospital Regional de Cajazeiras - PB Secretaria Municipal de Saúde de Cajazeiras - PB
  • Ankilma Nascimento Andrade
  • Emmanuelle Keynes de Abreu Farias
  • Wanderson Kelly de Abreu Farias
  • Maria Carmem Batista de Alencar

Resumo

A microcefalia é definida pela Organização Mundial de Saúde para meninos como uma medida de perímetro cefálico igual ou inferior a 31,9 centímetros e, para menina, igual ou inferior a 31,5 centímetros em bebês nascidos a partir das 37 semanas de gestação. Dados epidemiológicos da Secretaria de Vigilância à Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) revelam que antes de 2015 havia uma regularidade no número de casos com, no máximo, 200 casos ao ano, passando a 1.608 em 2015. Diante da relevância do tema é que, através do presente estudo, realizou-se a análise sistemática dos fatores de risco para microcefalia no município de Cajazeiras – PB, a fim de que, a partir de tais dados, seja possível a operacionalização de ações preventivas eficazes. Neste sentido, o presente estudo trata-se de uma pesquisa descritiva, exploratória, com abordagem qualitativa dos dados obtidos a partir de pesquisa bibliográfica, de revisão sistemática e pesquisa documental nos sistemas de informação da Secretaria Municipal de Saúde de Cajazeiras – PB, concluindo que há uma incidência preocupante de varicela e um elevado índice de infestação predial pelo Aedes aegypti, revelando a necessidade de ações preventivas e informativas.

Biografia do Autor

Symara Abrantes Oliveira, Hospital Regional de Cajazeiras - PB Secretaria Municipal de Saúde de Cajazeiras - PB
Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Campina Grande - UFCG e Especialista em Sáude da Família pela FIP.
Publicado
2020-03-31
Como Citar
OLIVEIRA, S. A.; ANDRADE, A. N.; FARIAS, E. K. DE A.; FARIAS, W. K. DE A.; ALENCAR, M. C. B. DE. Avaliação dos fatores de risco para microcefalia no município de Cajazeiras – PB. Gaia Scientia, v. 14, n. 1, 31 mar. 2020.
Seção
Ciências Ambientais