RECUSA A FUGA
ZOOPOÉTICA EM FUNDO FALSO
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2764-4251.2021.n1.59865Palavras-chave:
Zoopoética, Fundo Falso, Monica de AquinoResumo
O artigo busca analisar poemas do livro Fundo Falso, obra finalista do Jabuti em 2019, da poeta Mônica de Aquino, à luz da corrente literária zoopoética. Maria Esther Maciel, maior pesquisadora da zoopoética no Brasil, oferece reflexões sobre a trajetória histórica da construção da zoopoética e termos que serão usados como base teórica, pois problematizam e contextualizam a representação dos animais no nível do poema, bem como o conceito de “outridade”, comparando a relação com o animal e a razão humana. Além disso, Jacques Derrida também será objeto teórico com seu livro O animal que logo sou, que disponibiliza forte reflexão sobre o sentimento de vergonha do ser humano ao estar nu diante de um animal – o termo “animal-estar”, que reflete a presença animal e os sentimentos humanos perante a ela, fortemente expresso ao longo da pesquisa. Derrida também reflete sobre o olhar animalesco como forma de comunicação, devido à ausência de linguagem humana no animal. Assim, a pesquisa dispõe de termos teóricos da corrente da zoopoética a fim de analisar os poemas de Mônica de Aquino que contêm representações animalescas.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2021 Revista LiteralMENTE

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.







