RECUSA A FUGA

ZOOPOÉTICA EM FUNDO FALSO

Autores

  • Sergio Guilherme Bento UFU
  • Gabriela Martins UFU

DOI:

https://doi.org/10.22478/ufpb.2764-4251.2021.n1.59865

Palavras-chave:

Zoopoética, Fundo Falso, Monica de Aquino

Resumo

O artigo busca analisar poemas do livro Fundo Falso, obra finalista do Jabuti em 2019, da poeta Mônica de Aquino, à luz da corrente literária zoopoética. Maria Esther Maciel, maior pesquisadora da zoopoética no Brasil, oferece reflexões sobre a trajetória histórica da construção da zoopoética e termos que serão usados como base teórica, pois problematizam e contextualizam a representação dos animais no nível do poema, bem como o conceito de “outridade”, comparando a relação com o animal e a razão humana. Além disso, Jacques Derrida também será objeto teórico com seu livro O animal que logo sou, que disponibiliza forte reflexão sobre o sentimento de vergonha do ser humano ao estar nu diante de um animal – o termo “animal-estar”, que reflete a presença animal e os sentimentos humanos perante a ela, fortemente expresso ao longo da pesquisa. Derrida também reflete sobre o olhar animalesco como forma de comunicação, devido à ausência de linguagem humana no animal. Assim, a pesquisa dispõe de termos teóricos da corrente da zoopoética a fim de analisar os poemas de Mônica de Aquino que contêm representações animalescas.

 

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Publicado

2021-09-15

Como Citar

Bento, S. G., & Martins, G. . (2021). RECUSA A FUGA: ZOOPOÉTICA EM FUNDO FALSO. Revista LiteralMENTE , 1(1), 89–106. https://doi.org/10.22478/ufpb.2764-4251.2021.n1.59865

Edição

Seção

Dossiê: Horizontes Subjetivos

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