SEXUALIDADE E FORMAÇÃO DOCENTE À LUZ DA HISTÓRIA E DA SÍNDROME BERARDINELLI
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2237-1451.2017v7n14.28625Palavras-chave:
Síndrome Berardinelli, Casamento Endogâmico, Formação DocenteResumo
Este artigo preliminarmente é fruto de discussões do grupo de estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Campus Caicó, focalizando na discussão da “História e Sexualidade” na Região do Seridó, objetiva-se ao estudo das relações de consanguinidade perceptíveis nas habilitações de casamento e as proles advindas destas relações. Nesse sentido, as primeiras aproximações situam-se dentro de uma abordagem metodológica de cunho descritivo-exploratória. A importância quanto à temática sustenta-se pelas inquietações à carência de pesquisas e estudos frente ao tema abordado, especificamente, no que tange à Síndrome de Berardinelli. Dessa forma, pode-se compreender a organização dos casamentos endogâmicos, sistema social praticado pelos descendentes portugueses, fato determinante para o surgimento da mesma. Posteriormente, aborda-se uma reflexão sobre a Síndrome de Berardinelli, ponderando os trabalhos desenvolvidos pela Associação de Pais e Pessoas com Síndrome de Berardinelli, a qual atua como referência na localidade. Neste viés, busca-se apoio em um estudo historiográfico para centralizar a investigação no surgimento da Síndrome no RN no século XVIII e as interferências desta na formação de professores da Educação Básica, referindo-se à sexualidade, principalmente nas mulheres, por apresentarem um aspecto masculinizado, resultando na imagem de homossexual e travesti.Downloads
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