ZONAS DE SACRIFICIO CORPOTERRITORIALES PARA LA TRANSICIÓN ENERGÉTICA:
LA EXTRACCIÓN MINERO-INTENSIVA EN EL NOROESTE ARGENTINO
DOI:
https://doi.org/10.22478/ufpb.2447-9837.2025.n19.71710Resumen
El presente artículo expone y analiza cómo la transición energética, concebida como un proyecto de rearticulación capitalista, conlleva la intensificación de la extracción minera y el agravamiento de la violencia socioambiental que impacta cuerpos y territorios, configurando nuevas zonas de sacrificio. A partir del estudio de caso de los proyectos de extracción litífera en el noroeste argentino, se argumenta que dichas iniciativas no responden a necesidades locales ni nacionales, sino que se inscriben en una dinámica global de acumulación capitalista. Bajo el discurso de la transición, estas prácticas violentan y despojan a las comunidades que habitan esos territorios. Frente a este escenario, el artículo plantea una pregunta central: ¿a quién responde y beneficia una transición energética proyectada hacia el futuro, cuando su implementación implica el sacrificio de vidas y territorios en el presente?
PALABRAS CLAVE:
Zonas de sacrificio. Transición energética. Extractivismo. Litio. Resistencias.
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